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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Filme: A Última Casa da Rua

4 comentários
Título original: House at the End of Street
Direção: Mark Tonderai
Produção: Aaron Ryder, Peter Block, Ryan Kavanaugh
Roteiro: David Loucka, Jonathan Mostow
Distribuição: Paris Filmes
Elenco: Jennifer Lawrence, Max Thieriot, Gil Bellows, Elisabeth Shue
País: EUA, Canadá
Ano: 2012
Gênero: Suspense

Dispostas a conquistar uma nova vida, a jovem Elissa (Jennifer Lawrence) e sua mãe Sarah (Elisabeth Shue), que se separou recentemente, se mudam para uma grande casa em uma nova cidade. O negócio só foi possível porque o imóvel vizinho ao delas foi palco de um duplo assassinato e assim o aluguel ficou mais baixo. Mas tudo na vida tem um preço e quando Elissa começa a se relacionar com Ryan (Max Thieriot), o único sobrevivente da família assassinada, as coisas começam a mudar radicalmente, trazendo à tona problemas entre mãe e filha, além de conflitos com os vizinhos da região, que acabam envolvendo também a polícia local.

Quando fui pesquisar sobre esse filme, vi muita gente falando mal, sobre como o filme foi péssimo e só a Jennifer Lawrence o salvou. Sinceramente, não achei nada disso. Claro, como uma boa parte dos filmes de suspense, ele tem aquelas cenas clichês com protagonistas meio estúpidos que te dão vontade de bater a cabeça na parede, o que é bem irritante. E sim, o tema "casa mal-assombrada" é mais do que utilizado em filmes de terror. E ok, o filme é suspense, e não terror. E o outro clichê da briga "mãe-e-filha" já deu. Mas isso não quer dizer que esse filme não tenha nenhum crédito.

Aliás, esse lance de casa mal-assombrada não é igual aos outros filmes do gênero, pois aqui não existe espíritos, o que foi ótimo porque se tivesse alguma coisa sobrenatural, eu não conseguiria dormir. Já fico meio perturbada quando vejo filmes de terror com temática sobrenatural na tv, seria mil vezes pior vendo no cinema. E nem vou contar a parte em que era o primeiro filme de terror (que acabou sendo suspense, hm) que vi na tela grande em toda a minha vida.

Uma coisa que eu já percebi que acontece muito em filmes de terror são as imagens desfocadas que mudam muito rapidamente. Tinham horas que isso só mantinha o "clima", mas em outros momentos era meio irritante, principalmente no começo, quando ainda estava me acostumando com a atmosfera do filme.

Algo que ninguém pode questionar, não importa se tenha amado ou odiado o filme, é da atuação da Jen Lawrence. Não importa se o filme foi ruim ou ótimo, a Jennifer estar no elenco só ajudou para que ele ganhasse, sei lá, pelo menos uma estrela nas classificações.

Outra coisa que também vi bastante gente questionando foram as reviravoltas na história, que pareciam desesperadas, frenéticas e inexplicáveis, mas pra mim foram simplesmente maravilhosas, pois saí da sala de cinema ainda pensando. A história dá grande margem à interpretações, e acho que eu nunca tinha visto o filme desse jeito, pelo menos á bastante tempo. As reviravoltas também me agradaram bastante (porque eu cresci vendo filmes da disney então não sou acostumada com reviravoltas realmente legais), me lembrou O Mistério das Duas Irmãs (que fiquei curiosa e descobri que as críticas não foram tão boas, mas também adorei), e a última cena do filme simplesmente me deixou sem fôlego.

Enfim, A Última Casa da Rua não é um filme excelente, mas com a Jennifer Lawrence no elenco eu acho que ele deveria ser assistido. E mesmo sem contar com ela, acho que todos deviam dar uma chance, ainda mais se você não se importar com clichês (assim como eu, que assisto Disney Channel).

Nota: 3 estrelinhas 


Espero que vocês tenham gostado!
Beijos
Gabs

Sinopse do AdoroCinema

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Filme: Até que a Sorte nos Separe

2 comentários
Título: Até que a Sorte nos Separe
Direção: Roberto Santucci
Produção: Fabiano Gullane, Caio Gullane, Debora Ivanov, Gabriel Lacerda
Distribuição: Paris Filmes
Elenco: Leandro Hassum, Danielle Winits, Kiko Marcarenhas, Rita Êlmor, Aílton Graça, Julia Dalavia, Henry Fiuka, Marcio Sherman, Vitor Mayer
País: Brasil
Ano: 2012
Gênero: Comédia

O filme conta a história de Tino (Leandro Hassum), um pai de família que tem sua rotina transformada quando ganha na loteria. Em dez anos, ele gasta todo seu dinheiro comprando coisas supérfluas como Ferraris e várias viagens a Disney. Ao descobrir que está falido, Tino é obrigado a aceitar a ajuda de seu vizinho, Amauri (Kiko Marcarenhas), um consultor financeiro que tem uma vida monótona e um casamento pior ainda. Quando a mulher de Tino, Jane (Danielle Winits), descobre que está grávida do terceiro filho, ele decide não contar a situação à ela, fazendo com que seus amigos e seus próprios filhos mintam para encobertá-lo. 

Acho que a melhor parte de se ver um filme sem ter expectativas é não se decepcionar. Mas foi uma das primeiras vezes em que eu sai do cinema sem nenhuma emoção definida: é bom, engraçadinho, mas não do tipo que eu veria de novo (o que me deixa bem triste, porque estou tentando ver mais filmes nacionais e tenho esse tapa na cara), e ao mesmo tempo não é ruim. Ele só... é. Não dá pra explicar melhor do que isso.

A atuação do Leandro Hassum é tão exagerada que nem beira o ridículo: cai de cara. Mas uma coisa é ver esse tipo de coisa numa série clichê como Os Caras de Pau, em que é incrível se você achar engraçado. Já assistir no cinema, eu não sei, é como se você se contagiasse pela risada alheia. Por causa das reações exageradas dele que eu ri no filme, embora admita que nenhuma dessas risadas foi daquelas verdadeiras.

Uma coisa que me irrita muito nas coisas que a Globo produz, principalmente na comédia, são os estereótipos. Leandro Hassum interpreta o papel do gordo, com esse assunto do peso sempre vindo à tona. Aílton Graças é o Silas de Avenida Brasil, o amigo que tem um bar. Danielle Winits é a nova rica botocada, perua e brega que teoricamente vai matar o marido caso descubra que voltou a ser pobre, e por aí vai.

Enfim, é aquele típico filme feito para as massas. Apela pra comédia barata beirando o Zorra Total, mas tem horas que é realmente engraçado e bonitinho. Me irrito com gente que acha que só filmes pra pensar são bons. Ás vezes é necessário clichês nos quais você não sente nada, vai com a convicção de que estará assistindo a uma comédia barata. E Até que a Sorte nos Separe é esse tipo de filme: bom para se ver com a família, dar boas risadas e relaxar.

Nota: 3 estrelinhas. 

Espero que tenham gostado :)
Beijos
Gabs

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Rock of Ages

2 comentários


Título Original: Rock of Ages
Direção: Adam Shankman
Produção: Adam Shankman, Jennifer Gibgot, Tobey Maguire, Matt Weaver, Samuel J. Brown, Michael Disco, Garrett Grant
Criação Original: Chris D'Arienzo
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Elenco: Julianne Hough, Diego Boneta, Russel Brand, Paul Giamatti, Catherine Zeta-Jones, Malin Akerman, Mary J. Blige, Alec Baldwin, Tom Cruise. 
País: EUA
Ano: 2012
Gênero: Musical.

Baseado no musical da Broadway, Rock of Ages conta a história de Sherrie (Julianne Hough), uma garota do interior que se muda para Los Angeles querendo se tornar uma grande cantora. Lá, ela conhece Drew (Diego Boneta), que trabalha na famosa casa de shows Bourbon, ícone do rock na cidade e que consegue dar um emprego à ela como garçonete. Não demora muito para que os dois comecem a namorar. Mas o Bourbon está entrando em decadência, e seu dono, Dennis Dupree (Alec Baldwin) acredita que possa salvar o local com o último show do Arsenal, antes do vocalista permanentemente drogado Stacee Jaxx (Tom Cruise) siga carreira solo. Entretanto, a esposa do prefeito, Patricia Whitmore (Catherine Zeta-Jones), decide fazer tudo que puder para fechar o lugar, já que o considera um antro satânico da perdição para os jovens. 

Sinceramente, eu esperava algo do tipo 8 ou 80. Ouvi muitas pessoas dizendo maravilhas sobre o filme, e, em contrapartida, péssimas críticas. Não me entendam mal, o filme não é o lixo que a imprensa pintou, mas também não é um do tipo uau. É algo na média. O roteiro é fraco, embora deva ser levado em conta como uma comédia, sem se esperar demais. Nenhum dos atores tem vozes dignas da Broadway (estilo Lea Michele, ou seja, gritos e gritos e gritos), mas as músicas cantadas não pedem nenhum alcance vocal. Entenderam? É um dilema.

Uma coisa que eu percebi é que, embora os protagonistas sejam a Julianne e o Diego, os dois foram quase um ponto fraco do filme, com um romance bem morno. A voz dela é muito country para um filme com a temática roqueira dos anos 80. E ele, ok, tem uma voz linda (embora clichê), mas não chamaria tanta atenção se não aparecesse uma boa parte do filme de regata ou sem camisa. Quem roubou a cena de verdade foi o Tom Cruise, interpretando a vida ao estilo sexo, drogas e rock 'n roll de Stacee Jaxx com maestria. O cabelo comprido e as bandanas me lembraram o Sebastian Bach (eu sei, você que viu o filme pensou no Axl Rose, mas eu prefiro Skid Row à Guns), embora o modo lento e meio drogado que ele fala tenha me irritado (mesmo sendo muito sedutor). Mas sua voz cantando é realmente boa, e suas cenas junto com Constance, interpretada por Malin Akerman são ótimas (e eu passei o filme inteiro achando que ela era a Emma Stone, ainda mais com aquele cabelo frisado). E ele cantando Wanted Dead or Alive... sério, fiquei sem palavras.

Outros que roubaram a cena foram Russel Brand e Alec Baldwin. Fico irritada por ter gostado tanto de um cara que eu já julgava sem graça e odiava por causa da Katy Perry, mas ele foi bom de verdade. E a cena dos dois cantando Can't Fight this Feeling foi hilária demais. Só não entendo porque o Russel não faz fono pra tirar o sotaque britânico, não faz sentido já que o cenário do filme é na Califórnia.

Catherine Zeta-Jones até que foi boa também, não apareceu o suficiente no filme para ser um personagem de destaque, mas os momentos em que ela canta compensam isso.

As performances também são geniais, me fez lembrar o quanto eu gosto de pop/rock farofa dos anos 80 e 90, e aparentemente a fotografia nessas partes conseguiu ser ainda melhor do que no resto do filme (porque ela já foi incrível durante o filme inteiro). As coreografias são até boas, embora pudessem ser melhores e os figurinos são perfeitos, lindos e totalmente ajustados à época, e ao mesmo tempo um tanto atuais (um problema que The Runaways teve, porque em alguns momentos as roupas eram tão bregas e, ok, feias, que te distraíam do filme. E sim, esse é um fator relevante). Enfim, é um ótimo filme pra você que gosta de musicais e só quer sair do tédio, sem grandes enredos ou histórias cabeçudas.

Músicas:
- "Paradise City" – Tom Cruise (original: Guns n' Roses)
- "Sister Christian" / "Just Like Paradise" / "Nothin' but a Good Time" – Julianne Hough, Diego Boneta, Russell Brand, Alec Baldwin (originais: Night Ranger, David Lee Roth e Poison)
- "Juke Box Hero" / "I Love Rock 'n' Roll" – Diego Boneta, Alec Baldwin, Russell Brand, Julianne Hough (originais: Foreigner e The Arrows/Joan Jett and the Blackhearts)
- "Hit Me with Your Best Shot" – Catherine Zeta-Jones (original: Pat Benatar)
- "Waiting for a Girl Like You" – Diego Boneta, Julianne Hough (original: Foreigner)
- "More Than Words" / "Heaven" – Julianne Hough, Diego Boneta (originais: Extreme e Warrant)
- "Wanted Dead or Alive" – Tom Cruise, Julianne Hough (original: Bon Jovi)
- "I Want to Know What Love Is" – Tom Cruise, Malin Akerman (original: Foreigner)
- "I Wanna Rock" – Diego Boneta (original: Twisted Sister)
- "Pour Some Sugar on Me" – Tom Cruise (original: Def Leppard)
- "Harden My Heart" – Julianne Hough, Mary J. Blige (original: Quarterflash)
- "Shadows of the Night" / "Harden My Heart" – Mary J. Blige, Julianne Hough (original: Pat Benatar)
- "Here I Go Again" – Diego Boneta, Paul Giamatti, Julianne Hough, Mary J. Blige, Tom Cruise (original: Whitesnake)
- "Can't Fight This Feeling" – Russell Brand, Alec Baldwin (original: REO Speedwagon)
- "Any Way You Want It" – Mary J. Blige, Constantine Maroulis, Julianne Hough (original: Journey)
- "Undercover Love" – Diego Boneta
- "Every Rose Has Its Thorn" – Julianne Hough, Diego Boneta, Tom Cruise, Mary J. Blige (original: Poison)
- "Rock You Like a Hurricane" – Julianne Hough, Tom Cruise (original: Scorpions)
- "We Built This City" / "We're Not Gonna Take It" – Russell Brand / Catherine Zeta-Jones (originais: Jefferson Starship e Twisted Sister)
- "Don't Stop Believin'" - Julianne Hough, Diego Boneta, Tom Cruise, Alec Baldwin, Russell Brand, Mary J. Blige (original: Journey)

Nota: 3,5 estrelinhas :)

Espero que gostem!
Beijos
Gabs

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Sonhos de Consumo #1

1 comentários
Antes de mais nada: prometi no post de Tormenta que o meu hiatus no blog tinha acabado e depois sumi de novo, então mil perdões! Logo vocês vão saber o motivo do meu sumiço e se gostarem de Glee, vão até achar tudo muito justo (:

Mas enfim, vamos ao primeiro Sonhos de Consumo. Demorei tanto tempo para postar essa coluna porque, convenhamos, eu tenho essa péssima mania de querer muitas, muitas coisas, e provavelmente o post ficaria longo demais. Mas agora finalmente consegui selecionar os meus 5 maiores sonhos de consumo do momento, então here we go! 

A Culpa é das Estrelas, John Green
Parece que o mundo literário foi engolido por esse livro! Tanto que fiquei com vontade de ler antes de saber sobre o que falava, e quando li a sinopse dizendo que a garota tinha câncer, já fiquei totalmente apaixonada e com vontade de chorar. Ele tem que ser bom. 










Coleção Pânico 1, 2, 3 e 4 

Provavelmente o único filme de terror que não me deixou apenas com medo, mas com uma vontade GIGANTE de assistir várias vezes. Infelizmente só vi o Pânico 4 até agora, mas fiquei tão viciada que preciso ver os outros o quanto antes. Ver não, eu preciso tê-los pra assistir o dia todo, pro resto da minha vida. 










Box de Friends 

Ok amigos, eu sei que é caro, mas faltam 4 meses pro meu aniversário, tempo suficiente pra fazer uma vaquinha (: 









A Filosofia por trás de Jogos Vorazes, Lois H. Gresh 

Mais importante do que eu querer esse livro é o fato de eu não o ter ainda! 












   Série Desaparecidos #2 - Codinome Cassandra, Meg Cabot

   Eu podia passar horas falando dos motivos pra eu querer esse livro, mas direi apenas um: Meg Cabot. 














Espero que vocês tenham gostado (: 
Beijos 
Gabs 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Meninas Malvadas 2

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Título Original: Mean Girls 2
Direção: Melanie Mayron
Produção: George Engel 
Roteiro: Cliff Ruby, Elana Lesser
Elenco: Meaghan Martin, Jennifer Stone, Maiara Walsh, Nicole Anderson, Claire Holt e Diego González
País: EUA
Ano: 2011
Gênero: Comédia 

A história gira em torno da nova aluna do colégio, Jo (Meaghan Martin), que decide ajudar a pária da escola, Abby (Jennifer Stone) e acaba recebendo suborno de sua mãe para ser amiga dela. A patricinha e líder das Plásticas (Claire Holt e Nicole Anderson), Mandi (Maiara Walsh) fica revoltada porque ela e Abby sempre competiram, então seu único motivo de viver é para acabar com a felicidade dela. Mas a nova garota chama atenção de muitas pessoas, e Mandi toma isso como um insulto pessoal duplo, e passa a fazer de tudo para tornar a vida de Jo um inferno, inclusive armando com o namoro de Jo com seu meio irmão Tyler (Diego González). 

Gente, o que é esse filme? Se Lindsay Lohan estivesse morta, ela se reviraria no túmulo! Se Rachel McAdams visse o que fizeram com a líder das Plásticas, ela própria viraria Regina George pra tirar satisfação! Uma hora e meia totalmente perdidas vendo esse lixo!

E sim, ele tem uma hora e meia de duração, então se você tiver esse tempo disponível para ver algum filme, eu sugiro Bambi. 

Vocês devem estar se perguntando: Pra que tanto ódio nesse coração, Gabriela? O que aconteceu? Esse filme aconteceu. Pra começar, ele é feito praticamente de artistas ressucitadas da Disney, tirando a Claire Holt (que fez H2O Meninas Sereias e deve ter tido muita vergonha de divulgar uma série com esse nome) e o Diego González (que fez Rebelde e Pretty Little Liars, ou seja, se deu bem na vida). Olha, eu até diria que elas são péssimas, mas com um filme daqueles não tinha muito o que salvar. Ele nem foi dirigido pela Tina Fey, como o primeiro. Isso não é justo. 

E onde está a maldade das protagonistas (na boa, essas aí eram patricinhas de quinta série), a comédia que te faz morrer de rir, as brigas por baixo do pano e as brigas por cima do pano? E a guerra da escola, com todas as garotas praticamente se matando como animais??? Eu sei que o sentido de ser Meninas Malvadas 2 é que ele não será como o 1, mas mesmo assim, algumas coisas tem que ser parecidas, pelo menos. Juro que eu ri umas duas vezes no máximo vendo esse filme. E quando você pensava que teria um clímax, um confronto entre a mocinha e a malvadinha, o que acontece? Uma desafia a outra para jogar futebol.

Ok, chega de spoilers. Precisava mostrar minha indignação, mas já passou. 

E o filme é totalmente sem sequência. Pelo que eu percebi, o mesmo diretor do primeiro participou do segundo, o que quer dizer que a escola é a mesma. Mas não é. Sei disso porque já vi Meninas Malvadas mais de vinte vezes, reconheço aquele colégio e até as figurantes de olhos fechados, e o colégio é totalmente diferente. 

E eu sei que Mean Girls 2 foi feito para a TV, então não podia ter parte do palavreado que o primeiro teve, mas daí a transformar um filme praticamente em obra da Disney? Não, não e não. 

E Jingle Bell Rock???? ONDE ESTÁ JINGLE BELL ROCK?? Passei minha pré-adolescência vendo esse filme toda semana e tentando decorar a dancinha e a letra dessa música, e Meninas Malvadas não cantou nada nem similar. E as protagonistas são da Disney. 

Trailer

Nota: 1 estrela com muita dor no coração.
Pobre Lindsay, como se ela já não tivesse problemas o suficiente. 

Beijos
Gabs

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Capitão América - O Primeiro Vingador

5 comentários


Direção: Joe Johnston
Produção: Kevin Feige
Roteiro: Christopher Markus e Stephen McFeely
Criação Original: Jack Kirby, Joe Simon e Stan Lee
Elenco: Chris Evans, Tommy Lee Jones, Hayley Atwell, Hugo Weaving, Dominic Cooper, Neal McDonough, Sebastian Stan, Derek Luke e Stanley Tucci
País: EUA
Gênero: Ação, aventura, ficção-científica.

Steve Rogers (Chris Evans) era um garoto magrelo e de saúde frágil na época da 2ª Guerra Mundial. Ele era o típico patriota americano, e queria muito se alistar ao exército, mas ninguém acreditava nele. Mas o Doutor Abraham Erskine (Stanley Tucci - já falei que ele me persegue?) o coloca no treinamento, e depois de ver que ele é esforçado e inteligente, o convida para participar de um experimento, que cria Supersoldados. Dito e feito, Steve se transforma de garoto magrelo á deus grego musculoso, forte e quase indestrutível. Ele então pode lutar, mas será que o governo americano o quer nas trincheiras ou estampando posteres?

Finalmente, depois de três dias de vídeos péssimos, consegui terminar esse filme! A primeira coisa que digo é: Chris Evans devia ganhar um Oscar. São muito poucos atores que conseguem te fazer rir e, um segundo depois, ficar tão sério que é como se nunca tivessem dado uma risada, e Chris faz isso muito bem. É engraçadinha a parte em que ele acaba de se tornar um Supersoldado, e não sabe como controlar seu novo corpo, aí fica caindo enquanto persegue o cara da HIDRA.

E tem muita gente que questiona o filme por mostrar um lado patriota americano exagerado, mas eu acho que devíamos levar em conta algumas coisas: 1) segundo o que eu achei na Wikipedia (sim, shame on me), a primeira aparição do Capitão América foi em 1941, e 2) essa foi a época do patriotismo total, e querendo ou não, matando pessoas ou não, eles ganharam. Não acho que deviam julgar o filme pelos erros que os Estados Unidos cometeram depois da guerra, ou logo após ela ter acabado, o que não foi retratado no filme porque ele explora muito mais o lado fictício da história do que a Guerra em si, o nazismo e etc. Sem contar que a Marvel é uma indústria de quadrinhos incrível, eles sendo patriotas ou não, e se queriam fazer um filme para Os Vingadores (como dá pra ver que é o objetivo desde o princípio), eles tinham que fazer esse filme, que sendo patriota ou não, é uma parte importante sobre um personagem essencial. Parem de drama.

Mas tenho que dizer que, mesmo com Chris Evans e Stanley-meu-perseguidor-Tucci, esse filme não superou nem de perto minhas expectativas, embora eu tenha gostado mais do que Thor. Primeiro, já falei que detesto esse lance de "mocinho super-herói e humana indefesa", embora a agente Peggy Carter (Hayley Atwell) não seja tão indefesa como outras mocinhas, mas... bom, meu feminismo me impede de concordar com isso.

E também achei que, pela época que eles estavam, década de 40, as armas eram muito sofisticadas. Ok, é um universo meio "paralelo" á realidade, mas mesmo assim.

E os momentos de ação me deixaram com um pouco de sono, porque vocês sabem que eu tenho esse problema.

Não achei que o filme foi TÃO incrível assim, mas... bom, Chris Evans tá nele, então você pode ficar feliz assistindo do mesmo jeito (:

Trailer:



Nota: 4 estrelinhas


Beijos
Gabs

sábado, 2 de junho de 2012

A Mentira, Easy-A

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Diretor: Will Gluck
Roteirista: Bert V. Royal
Elenco: Emma Stone, Penn Badgley, Amanda Bynes, Patricia Clarkson, Cam Gigandet, Lisa Kudrow, Alyson Michalka, Stanley Tucci e Thomas Haden Church
Gênero: Comédia
País: EUA


Olive Penderghast (Emma Stone) é a típica garota invisível do colégio, e tem apenas sua melhor amiga Rhiannon (Aly Michalka). Para não passar o fim de semana acampando com a família dela, Olive dá como desculpa o fato de ir se encontrar com um amigo da faculdade. Para manter a história, na segunda ela diz que perdeu a virgindade com ele. Rhiannon espalha a história pela escola inteira, e Olive fica conhecida como uma vadia. Então um colega seu pede para que finja que eles estão namorando, pois não aguenta mais as zoações por ele ser gay. Assim, Olive começa a ser paga (com cartões presente generosos) para que os garotos da escola digam que saíram com ela. A fama a transforma em uma vadia ainda maior, a mais conhecida da escola, o que deixa a crente do colégio, Marianne (Amanda Bynes), totalmente louca da vida e pronta para expulsá-la de lá de qualquer maneira.

Preciso dizer que amei esse filme, o que nem poderia ser diferente, se tratando de algo da Emma Stone. É um daqueles filmes tipo American Pie, um sátira divertida que você não consegue nem pensar em levar a sério. Acho que é o melhor gênero que a Emma pode fazer, pois ela já tem esse jeito meio irônico que funciona (como funcionou em Zumbilândia). É uma sátira a absolutamente tudo, mega engraçado mas nada vulgar, por mais que vocês não acreditem.

Os atores são muitíiiissimo bons, juro que não conseguia achar graça da Amanda Bynes até ver esse filme, e agora estou em luto atrasado por ela ter se aposentado. Os pais da Olive, interpretados por Stanley Tucci (acho que ele está me perseguindo, sério) e Patricia Clarkson são hilários. E, de novo: Emma Stone é uma atriz perfeita demais, simplesmente chorei de rir com ela cantando Pocketful Of Sunshine.

Trailer:



Enfim, se você está aí, nesse fim de semana tedioso, pensando no que fazer da sua vida, essa é uma ótima proposta (:

Nota: 5 estrelinhas


Beijos
Gabs

Thor

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Diretor: Kenneth Branagh
Produtor: Kevin Feige
Criação original: Stan Lee e Jack Kirby
Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony Hopkins, Stellan Skarsgard, Kat Dennings, Idris Elba
Gênero: Ação, aventura, fantasia
País: EUA 


Thor (Chris Hemsworth) estava prestes a receber o trono de Asgard de seu pai, rei Odin (Anthony Hopkins) quando as forças de um planeta inimigo quebraram o acordo de paz. Contra a vontade do pai, Thor, seu irmão Loki (Tom Hiddleston) e seus amigos guerreiros vão tirar satisfações com os invasores em seu mundo, quase morrendo e começando uma nova guerra. Enfurecido, Odin bane Thor de Asgard e o manda para a Terra, sem seus poderes. Lá, ele conhece a cientista Jane Foster (Natalie Portman), e precisa recuperar seu martelo mágico. Enquanto isso, seu irmão Loki tenta assumir o poder, e a força alienígena inimiga quer vingança. 


Pois é, esse é o efeito que Avengers causa em você: te deixa absolutamente obcecado por heróis da Marvel, e você se sente na OBRIGAÇÃO de ver os filmes de todos os super-heróis.E foi exatamente isso que eu fiz. O Thor não foi um dos meus personagens preferidos, mas o Loki era tão divertido no filme que eu simplesmente precisava vê-lo de novo. 


Achei o filme muito bom, não é aquele típico de super-heróis feito para os fãs de quadrinhos, se você nunca leu ou nunca se interessou, vai entender do mesmo jeito. Os personagens são bons, bem colocados, e a trama é bem feita. Tem ótimos momentos de ação (mas não tantos quanto eu esperava, o que é ótimo porque já disse que não me dou bem com isso), humor e um romance fofo mas sem ficar chato. E a atuação dos atores é muito boa (isso só não é uma surpresa pela Natalie Portman porque... bom, é a Natalie Portman, mas ver que o Chirs atuava bem e não era só bonito foi muito bom). 


A única coisa da qual eu não gostei é o que sempre, sempre me entristece em vários filmes, principalmente os de super-heróis: Porque a mocinha tem sempre que ser uma humana, fraca e indefesa? Olha, não estou julgando, sei que são heróis, mas sei lá. Me irrita um pouco, queria que pelo menos uma vez não tivesse esse tipo de "amor proibido" entre diferentes tipos de gente, ou que os papéis se invertessem. Se você é meio feminista assim como eu, provavelmente vai se irritar um pouco, mas nada que te não te deixe ver o filme até o fim, pois ele é mesmo muito bom. 


Ah sim. E Chris Hemsworth é gato, mesmo com aquela barba e o cabelo esquisito. Só pra constar. 


TRAILER:




PS. - Desculpem pelo trailer ser dublado. 


Nota: 4 estrelinhas


Beijos
Gabs 

domingo, 27 de maio de 2012

Os Vingadores - The Avengers

2 comentários


Diretor: Joss Whedon
Produtor: Kevin Feige
Roteirista: Joss Whedon
Criação original: Stan Lee e Jack Kirby
Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Samuel L. Jackson, Tom Hiddleston
Gênero: Ação, aventura


Loki (Tom Hiddleston) retorna á Terra, enviado pelos chitauri, raça alienígena que pretende dominar os humanos, para roubar o Tesseract, uma fonte de energia limpa que permite um tipo de "conexão" com o espaço, com a promessa de ser o novo soberano nessa dominação. O Cubo Mágico (nome dado ao Tesseract nos quadrinhos) lhe dá super poderes, entre eles o de controlar a mente das pessoas, entre elas Clint Barton aka Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Nick Fury (Samuel L. Jackson), diretor da agência de espionagem SHIELD precisa detê-los, então convoca os super heróis da desativada Iniciativa Vingadores, que tem como membros: Tony Stark aka Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers aka Capitão América (Chris Evans), Bruce Banner aka Hulk (Mark Ruffalo), Natasha Romanoff aka Viúva Negra (Scarlett Johansson), além do Thor (Chris Hemsworth), que aparece depois, já que Loki é seu irmão de criação. Mas com tantos poderosos juntos, será que é possível controlar o ego e os interesses de cada um, para que a Terra seja protegida? Ou será que, mais cedo ou mais tarde, sucumbirão á pressão e se virarão uns contra os outros?

Gente, que filme é esse? Olha, confesso que não sou fã de filmes de ação, é só essas cenas começarem pra me dar sono. Aliás, também não tenho pique pra filmes com super heróis, fui ver Lanterna Verde no ano passado e juro, se não fosse o Ryan Reynolds e aquela lindeza toda, eu não ia saber nem o nome do filme, de tanto sono. Mas como todo mundo falava bem, decidi dar uma chance pra esse (afinal, falaram que ele tiraria a realeza de Jogos Vorazes no cinema, e era necessário tirar essa história a limpo).

Um dos pontos altíssimos de Avengers (leia-se: o que me ajudou a não dormir) é que não se trata de um super herói: São vários, todos ao mesmo tempo, e sem um protagonista. Então pegue uma cena de ação, multiplique-a por seis super heróis e jogue tudo ao mesmo tempo, adicionando diálogos inteligentes aqui e ali e alguns momentos engraçados. Perfeito, não? Sem contar o desenrolar da história, tem tanto a se entender que preciso ver mais umas 10 vezes. E as piadas do Homem de Ferro que... bom, acho que vocês viram o trailer na tv "eu tenho um exército" "nós temos o Hulk".

Pra vocês verem, o filme é tão, mas tão empolgante, que você se sente dentro das cenas, nos momentos de ação, de luta, você vibra, se desespera e se irrita junto com os personagens, seu coração acelera e quanto tudo acaba, parece que saiu de uma luta, e não que assistiu uma.

Resumindo, Os Vingadores é perfeito, especialmente se você gosta de algo do tipo X-men, com vários momentos de tensão, mas sem um protagonista só (embora X-men seja mais centralizado em alguns personagens do que Avengers, mas ainda assim), e cenas de ação que te deixa de olhos bem abertos, e não querendo fechá-los. Achei os dois filmes bem parecidos nesses aspectos e... bom, agora eu amo os dois, então é difícil não fazer um paralelo.

E meu último argumento, caso você não esteja convencido a assistir ainda: Chris Evans, Robert Downey Jr, Chris Hemsworth e Mark Ruffalo estão no filme. Apenas lembrando.

"Se não pudermos proteger a Terra, garanto que a vingaremos" 
- Tony Stark 

Nota: 5 estrelinhas com muito, muitíssimo amor (: 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Filmes do feriadão

6 comentários
E aí, pessoas lindas! Se divertiram no feriado? Eu preciso confessar, o meu foi muito melhor do que os feriados normais (leia-se: ficar jogada na frente da TV, como se já não fosse isso que eu faço nos outros dias do ano), fui até numa matinê de carnaval (pela primeira vez, acreditem!). Mas não é disso que vou falar aqui hoje, e sim sobre os filmes que vi. Minha prima linda e maravilhosa (que deve estar lendo isso aqui agora, então vou puxar o saco) me emprestou os seguintes dvds: Curtindo a Vida Adoidado, Dirty Dancing, Um Amor pra Recordar, Lara Croft Tomb Raider e (a continuação desse) A Origem da Vida. E como ando sem inspiração pra posts super elaborados, vou falar sobre esses filmes aqui:


Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off) 
Foi o primeiro que eu vi, depois de muitas pessoas dizerem que era um clássico, indispensável, aquela coisa toda. Mas sinceramente, não achei tudo isso, ainda mais depois de ver tantos clichês adolescentes. A história fala (obviamente) de três adolescentes que decidem cabular aula e curtir a vida (ADOIDADO!), então se metem em mil confusões, como qualquer filme de Sessão da Tarde que se preze. Na época em que estreou, foi um sucesso estrondoso, mas nas épocas atuais, não achei nada original. Mas mesmo assim, garante boas gargalhadas. Com trilha sonora dos Beatles, conta com Matthew Broderick, Alan Ruck (uma espécie de Logan Lerman com cara de bobão), Mia Sara (cópia da Alex Daddario, de PJ), Jeffrey Jones e Jennifer Grey.


Dirty Dancing - Ritmo Quente 
Me apaixonei perdidamente por esse filme! O enredo é tipo uma versão original do Camp Rock, e um dos seus produtores (ou sei lá como se chama) é o grande criador de High School Musical, de modo que eu entendo porque foi um sucesso tão grande e é tão bom em quesitos de musical (convenhamos, HSM sempre foi superior á Camp Rock). O filme gira em torno de Baby, que vai com sua família para um resort de férias. Ela então conhece o dançarino principal, Johnny, no lugar onde os funcionários se divertem. Sua parceira de dança, Penny, fica grávida do garçom canalha, sofre um aborto e fica impossibilitada de dançar. Baby, então, precisa dançar com Johnny, e então eles acabam se apaixonando, embora sua família ache que ele que engravidou a parceira. É um clichê incrivel, e só (I've Had) The Time Of My Life já faz com que a trilha sonora seja perfeita. Confesso que tentei imitar as coreografias do filme, mas não deu certo :P Com Jennifer Grey (que também fez o filme que eu falei ali em cima) e Patrick Swayze (que infelizmente morreu, mas era lindo). 




Um Amor Para Recordar (A Walk To Remember) 
Tudo bem, uau. Simplesmente UAU, como eu amei esse filme! Foi outro que todo mundo falava bem, e, esse sim, eu concordei: é perfeito, e já se tornou um dos meus preferidos. O filme fala sobre um garoto, Landon, que é o típico encrenqueiro popular do colégio. Depois de ferir um "amigo", ele tem que fazer parte da produção da peça de teatro na escola, onde começa a se aproximar de Jamie, uma garota certinha, filha do pastor da igreja e pária social. Ele fica curioso, querendo saber mais sobre ela, e no fim os dois estão apaixonados. Mas Jamie tem um segredo que poderá acabar com o amor dos dois, ou fortalecê-lo mais ainda. A performance dos dois atores foi incrível, eles tem uma química incontestável, e Mandy Moore cantando Only Hope já te faz chorar antes da parte do drama. Com (como já disse) Mandy Moore e Shane West (que eu achei lindo, e mega talentoso. E, de novo, lindo). 



Os dois últimos filmes, ambos Lara Croft Tomb Raider, eu não consegui ver. Sei lá, filmes de ação me dão sono, não cheguei nem aos 30 minutos iniciais do primeiro. Mas é isso aí, essas foram uma das minhas maiores diversões nesses dias de folia, espero que vocês tenham gostado. Me contem, o que fizeram no feriado?

Beijos 
Gabs 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Resenha - A Bela e a Fera 3D

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Em primeiro lugar, gostaria de começar esse post dizendo que sim, eu sou infantil. Sim, eu fiz meu pai me levar pra assistir á um desenho super velho da Disney no cinema, justo quando ele achava que eu já estava grande o bastante pra não ver mais filmes que o fazem dormir. Pois é, mas ainda não foi dessa vez (embora ele não tenha dormido, mas acho que isso foi porque eu ficava cantando as músicas... ou por causa do óculos 3D).
 Mas enfim, mesmo todo mundo já sabendo de cor a história, eu quero falar sobre ela, pois acho um dos melhores contos de fadas de todos os tempos, pelo simples fato de que ele não é machista. Quer dizer, a protagonista não fica lá dormindo e esperando um príncipe encantado ir acordá-la, porque ele é o magico, o bonzão, o blablablá. Não, a Bela é completamente diferente desse esteriótipo de princesa doce e indefesa. Ela vive no mundo da Lua, adora livros e sonha, mais do que tudo, em sair do vilarejo em que vive. Mesmo sendo constantemente irritada por Gastón (mas ele preferiria que eu dissesse cortejada, já que se acha a última bolacha do pacote), Bela nunca demonstrou o mínimo de interesse por ele. Vivia sua vida pacata, ajudando o pai com suas invenções e devorando um livro por dia.
 Mas sua vida tem uma reviravolta quando seu pai se perde na floresta, e é raptado por uma Fera terrível. Bela, ao ir procurá-lo, descobre que o castelo em que o monstro vive, tudo é meio esquisito. Quer dizer, os móveis se mechem. E falam. Mas tudo isso sumiu quando Bela viu seu pai encarcerado numa cela. Ela implorou á Fera para que o soltasse, e que a deixasse em seu lugar, que ela seria para sempre sua prisioneira, e o monstro aceitou. No começo, ele era rude, e não queria ter o mínimo contato com a garota, mesmo que seus criados (leia-se: o castiçal, o relógio e o bule) dissessem que ela seria a tal que quebraria a maldição.

 Com o tempo, porém, Fera passou a gostar de sua hóspede (sim, gostar), mesmo repetindo a si mesmo incessantes vezes que ela nunca se apaixonaria por um monstro como ele. Mas aconteceu, pois Bela conseguiu ver que, por trás daquele jeito rude e até meio arrogante, existia um homem de bom coração. Resumindo, eles dançam ao som daquela música clássica (que eu cantei inteira no cinema! Hahahaha), e então a Fera quase morre, e Bela enfim diz que o ama, bem quando a última pétala da flor cai, e então ele se transforma no príncipe que era a princípio. Sim, é um final feliz, de uma história clichê já contada várias vezes, mas não deixa de ser emocionante.
 Houveram apenas duas coisas das quais não gostei ao ver o filme. Uma delas foi que não ficou claro se a Bela sabia ou não que a Fera tinha a maldição, ou se ela só soube quando ele se transformou. Quer dizer, ela viu a rosa, mas não fala no filme se conseguiu ligar uma coisa á outra (e quem ligaria? Essa rosa quer dizer que ele era um homem muito arrogante, que foi amaldiçoado por uma feiticeira para que ele se tornasse tão feio por fora quanto era por dentro. Nem Einstein faria isso facilmente). E outra coisa foi o 3D. Como a criança crescida que sou, não vejo utilidade nenhuma num filme 3D em que as coisas não voam na sua cara (embora não houvesse o que voar, afinal era a versão original do clássico). O efeito só ficava por conta da profundidade, mas consegui ver uma boa parte do filme sem os óculos.

Mais do que tudo, esse filme me faz levantar a seguinte questão: Será que existiam pessoas como a Bela na época em que se passa a história? Quer dizer, alguém que não vive naquela vida de "vou crescer e arrumar um marido, e então vou ficar em casa cuidando dele e de nossos filhos", mas sim que sonhava com um tipo de vida diferente, com sonhos maiores do que a realidade da época (como Gastón disse no filme "Bela, você não deve ler, logo passará a ter ideias"). Acho que é muito fácil criar uma história quando já se está no século XX, falando sobre uma época passada, mas é muito mais real quando se vive lá (não que eu esteja criticando a obra do gênio Walt Disney, mas enfim). O que vocês acham: Bela existiu, ou foi simplesmente uma obra de ficção, uma pessoa tão irreal quanto a história? Deixem suas opiniões nos comentários (:

Beijos
Gabs

sábado, 28 de janeiro de 2012

Toy Story

2 comentários

  Toy Story, quem nunca assistiu?
  Mesmo que você não tenha assistido a trilogia inteira, pelo menos um dos filmes você deve ter visto. Claro, porque esse é um filme que esteve presente na infância da maioria das crianças que, hoje em dia, têm a nossa idade (ou seja, que são os adolescentes de hoje). Lembro que quando eu era pequena, eu assistia Toy Story e Rei Leão umas 20 vezes por dia.
  Bom, eis que hoje, passando pelos canais de tv, vi que estava passando Toy Story 3 e resolvi parar e ver de novo esse filme. Quem já assistiu sabe que nesse terceiro filme o Andy cresceu, os brinquedos sentem falta de brincar, acabam indo pra creche e tudo o mais. No fim (sério, quase chorei quando assisti pela primeira vez) o garoto, que já ia entrar na faculdade, acaba dando os brinquedos para uma garotinha, pedindo a ela que cuidasse muito bem deles, porque eles significavam muito para Andy. E foi então que eu percebi: aqueles brinquedos não significavam muito apenas para o personagem, mas também significavam muito para nós, afinal, eles fizeram parte de nossas infâncias, da infância de milhares de crianças.  <3
 

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