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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Delírio, Lauren Oliver

2 comentários
Título Original: Delirium
Autora: Lauren Oliver
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance
Número de Páginas: 342
Ano de Lançamento: 2011
Nota: 4/5

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.

Como a maioria das resenhas, eu acho muito válido começar dizendo que a capa desse livro é maravilhosa! Pelas fotos dá a impressão de que é apenas azul com os detalhes, mas pessoalmente é toda brilhante e transparente, ou seja: um amor. Se você não compra o livro tanto por gostar da história, compra pela capa.

Mas ok, agora falando do livro. Fiquei completamente impressionada com o talento da Lauren Oliver, você consegue sentir tudo que a Lena sente com uma perfeição até meio sobrenatural. Não é como muitos livros, em que você não para de pensar coisas tipo "essa protagonista é muito idiota", "nossa não faz isso sua trouxa". Em Delírio você entra tão fundo na mente de Lena que tudo que ela faz e tudo em que acredita parece ser real e certo, e conforme o livro vai avançando, você vai descobrindo a verdade e se surpreendendo junto com ela. Sem contar as revelações bombásticas que me deixaram atordoada - de um jeito positivo, claro.

Uma coisa que eu achei completamente diferente em relação a outros distópicos foi a importância que eles dão a Deus. Em todos as outras distopias que já li eles nem cogitam sua existência, mas em Delírio até a ciência admite que existe um ser superior, e que apenas os curados do amor deliria nervosa - o modo clínico que eles chamam o amor - vão para o paraíso. Achei muito inovador e interessante eles tratarem disso.

Mas um aviso: pra quem gosta de cenas de ação contínuas como em Jogos Vorazes pode se decepcionar, pois Delírio é bem calmo. Ele trata mais de como o amor da Lena e do Alex vai aumentando e tem bem poucos momentos de ação. E mesmo assim, alguns deles me agradaram, mas quando chegou no final do livro eu já estava querendo tanto que os dois fugissem de uma vez, que as descrições do que eles faziam perdeu totalmente a graça, e eu tive praticamente que pular parágrafos inteiros. Sem contar que o final me deixou completamente triste e sem esperanças, mas eu já estava prevendo isso. Espero que a Intrínseca lance logo o Pandemônio, pois não vejo a hora.

Aliás, daqui a algumas semanas sortearei Delírio pra vocês, então fiquem de olho!

Espero que tenham gostado!
Beijos
Gabs

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Cidade dos Ossos, Cassandra Clare (Os Instrumentos Mortais #1)

8 comentários
Original: The Mortal Instruments: City of Bones
Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Gênero: Sobrenatural
Número de Páginas: 459
Ano de Lançamento: 2007
Nota: 4/5

Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nuca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.  

Antes de mais nada, preciso dizer que não tinha o menor interesse de ler esse livro até sair o trailer do filme. Na época que lançou eu estava bem cansada de todas essas histórias sobrenaturais, e depois até me esqueci do livro. Mas o trailer foi tão incrível que me deu muita vontade de ler, e não me arrependi nem um pouco disso. 

Simplesmente não tem como não gostar de todos os personagens, mesmo quando eles estão agindo como idiotas completos - ou quando eles são mesmo idiotas completos. Fazia muito tempo que não lia um livro assim, e isso me deixou muito feliz. Só que, já que eu amava todos os personagens, era muito difícil vê-los fazendo coisas ruins ou se transformando em coisas ruins ou simplesmente se machucando. 

Mas também tiveram coisas que eu não gostei no livro. Embora a Cassandra Clare escreva muito bem, simplesmente não vi algo surpreendente, e o livro não conseguiu me prender o tempo todo. Pra mim, foi aquele tipo de livro que você lê por ler, mas não se conecta muito com a história. E, principalmente no final, senti como se o personagem do Jace se perdesse um pouco, não parecia mais com ele mesmo. Ok, muitos podem dizer que foi por causa das reviravoltas que acontecem no livro, mas essa mudança me irritou um pouco independentemente de qualquer coisa. 

Voltando a falar dos pontos positivos: esse foi o primeiro livro com essa temática sobrenatural que conseguiu ser engraçado sem forçar. Os personagens são hilários e sarcásticos, principalmente o Jace, que já estou apaixonada. Ele não é um típico garoto fofo, é cínico e irônico, um bad-boy perfeito. 

E as reviravoltas no final? Quase me joguei da janela. Foram incríveis e emocionantes, mas ao mesmo tempo horríveis. Não vou entrar em detalhes, mas preparem-se para fortes emoções. 

Enfim, muita gente disse que o primeiro livro da saga é o mais chatinho, o que eu também achei, mesmo sem ter lido os outros. Talvez por eu ter muitas expectativas, eu tenha me decepcionado um pouco. Mas não o suficiente para não indicar pra vocês, então: LEIAM, LEIAM, LEIAM!!!! 

Espero que tenham gostado :)
Beijos
Gabs 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Jogador nº 1, Ernest Cline

4 comentários
Título Original: Ready Player One
Autor: Ernest Cline
Editora: Leya
Gênero: Ficção científica
Número de Páginas: 460
Ano de Lançamento: 2011
Nota: 5/5 

Num futuro não tão distante, Wade Watts encara sua deprimente realidade passando horas conectado ao OASIS - uma utopia virtual que lhe permite ser quem sempre quis - pois o mundo real de 2044 é terrível. E, como a maioria das pessoas do mundo, Wade sonha em encontrar o grande prêmio que o inventor do jogo escondeu antes de morrer. Não é uma tarefa fácil, pois para conseguir passar pelos vários desafios, primeiro é necessário saber tudo sobre a vida de Halliday, e também sobre seu maior vício: a cultura pop dos anos 1980. Muitos anos se passam até que Wade se torna a primeira pessoa a conseguir passar pela primeira fase. De repente, ele é uma celebridade, ganha fãs, inimigos e precisa fazer de tudo para vencer. Mas pra isso talvez ele precise encarar o mundo real. 

Esse é o tipo de livro que, quando você termina, tem que dar uma pausa de dois minutos, abraçá-lo e dizer adeus da melhor forma possível. Sabe aquele livro que se tornou um amigo? Simplesmente não é tão fácil dar tchau pra livros assim. Ok, eu posso estar sendo muito dramática, mas é exatamente desse jeito que eu me senti quando terminei Jogador Número 1. Como se tivesse perdido um bom amigo. E o fato do livro não ter continuação também não ajudou.

Então, pra quem está pensando que eu enlouqueci: ainda não, é que o livro é muito bom! Junto com A Culpa é das Estrelas é o melhor livro que li esse ano. A história é envolvente, os personagens são incríveis e as referências aos anos 1980 me deixaram com (ainda mais) vontade de ter vivido nessa época.

O livro é um suspense cibernético interessante e ambicioso, e por incrível que pareça, inspirador, mas não foi feito apenas para gamers. Qualquer pessoa pode ler e amar, e principalmente: morrer de vontade de jogar videogames. Nem que seja algo tipo The Sims.

Pessoalmente, tenho um problema com livros de ação, então já estava com medo de que essa fosse uma daquelas looooooongas histórias com descrição detalhada de seres intergaláticos brigando. Imaginem minha felicidade ao perceber que isso praticamente só acontece no final do livro? Eu já estava tão envolvida com tudo que nem fiquei (muito) entediada.

Outra coisa que me preocupava sobre o livro era: será que o Ernest Cline conseguiria distinguir o mundo real do mundo no OASIS? E fiquei ainda mais paranoica com isso quando começou todo o lance de "um jogo dentro de um jogo" (primeiramente eu fiquei fascinada com a ideia, e depois comecei a prestar atenção pra ver se encontrava algum empecilho no caminho), mas acabou que a neura foi em vão. Esse livro é como uma sobreposição de camadas bem diferentes, mas que o senhor Cline conseguiu operar muito bem.

Os direitos do filme já foram vendidos a Warner Bros., e eu estou surtando só um pouco com isso.

"Sair de casa é superestimado " - Almanaque de Anorak. 

Espero que vocês tenham gostado!
Beijos
Gabs

sábado, 24 de novembro de 2012

Luxo & Crime, Angela Klinke

0 comentários
Título: Luxo & Crime
Autora: Angela Klinke
Editora: Leya
Gênero: Ficção
Número de Páginas: 190
Ano de Lançamento: 2012
Nota: 5/5

Brigite Campos de Orleans, dona da Loja, boutique referência no mercado de luxo, é presa por sonegação fiscal , numa operação cinematográfica digna de algemas e helicópteros. O escândalo, banquete para a mídia, acaba reunindo pessoas de universos diferentes, com diferentes interesses do caso: uma blogueira e aspirante a it girl, um jornalista experiente e preconceituoso, um ambicioso fiscal da Receita, um eletricista com um Monza pifado, uma vendedora de bolsas falsas, um rico culpado, uma rica sem culpa, um advogado criterioso. Mas esse não é o único crime envolvendo esse mundo do luxo e glamour: conforme a caixa preta da Loja vai sendo desvendada, novas conspirações são reveladas e a festa da exclusividade termina em tragédia. 

Posso definir esse livro com quatro palavras: Tapa. Na. Minha. Cara. Nunca fui muito chegada em livros nacionais, eles sempre me dão uma ideia de livro escolar chato que a gente tem que ler por obrigação. Mas desde Agosto estou de olho em Luxo & Crime, querendo ler mesmo, mas nunca pensei que fosse gostar tanto.

O livro é impecável, consegue te prender desde a primeira frase ("Desirée, acorda que a mamãe tá sendo presa"? Eu ouvi aquele barulho de suspense emocionante quando li isso), os personagens são muito cativantes, embora alguns sejam unilaterais, o que até me irritaria se não fizesse sentido. Vivo ouvindo aqueles clichês sobre  ninguém ser inteiramente bom ou inteiramente mal, mas existem pessoas que são más e ponto final, e não adianta fingir que isso não existe em um livro. Sem contar que se tratam daquelas pessoas tão, mas tão irritantes que você simplesmente ama odiar.

 A história é ótima, fala dos tramites de sonegação de impostos e importação sem ficar chato; pelo contrário, dá até vontade de entender mais sobre o assunto.

Os diálogos também são super realistas. Em livros internacionais, é normal eles não trocarem "está" por "tá", e a gente se acostuma à isso porque é a tradução, eles não escrevem com gírias e abreviações e nos livros traduzidos elas também não aparecem. Mas vê-las em um livro nacional é realmente reconfortante: faz os personagens se tornarem "gente como a gente".

A única coisa que eu não gostei é que os personagens têm nomes meio parecidos, principalmente os homens. Isso me deixava confusa durante a leitura, e eu precisava voltar páginas pra descobrir quem era quem. E aqueles nomes "diferentes" também me irritam um pouco, embora isso sirva pra criar a personalidade dos personagens. Afinal quem não imagina uma patricinha quando lê Lulu?

Espero que tenham gostado :)
Beijos
Gabs

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Aterrissou no Fun House #2

4 comentários
Oi gente! Então, como vocês já sabem (ou deveriam saber, hahaha) meu aniversário foi dia 13 de novembro, e o que vem no combo "Parabéns-pra-você"? Sim, presentes! Então, aqui estão as coisas que eu ganhei (e que vão interessar pra vocês, bookaholics/seriadores/gente-legal-como-eu):


Por favor, digam que eu não fui a única que morri de curiosidade para ler Os Instrumentos Mortais depois que saiu o trailer do filme? Pois sim, foi exatamente isso que aconteceu, e graças ao Submarino (eu <3 Submarino) consegui comprar os três primeiros livros da saga por 40 reais, e a entrega, que deveria demorar 5 dias, chegou em dois. Não tem como não amar lojas assim <3


Para aumentar ainda mais meu surto, nem uma hora depois chegou minha season one de 2 Broke Girls, que virou a minha nova crush, sem mais.


E pra coroar, á tarde fui na Livraria Cultura da Avenida Paulista e, depois de muitas reviravoltas ("vou comprar esse... mas é muito caro... que tal esse?... Ah mas e se eu não gostar?... Mãe, me ajuda!"), decidi por The Hunger Games - Songs from District 12 and Beyond. É uma das poucas coisas de JV que eu ainda não tenho, e também entra na minha coleção da Taylor Swift, então digamos que foi uma compra muito bem-sucedida. 


Espero que vocês tenham gostado!
Beijos
Gabs - A Consumista 

Divergente, Veronica Roth

4 comentários
Título Original: Divergent
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Gênero: Ação, aventura, romance
Número de Páginas: 502
Ano de lançamento: 2011
Nota: 5/5


Numa Chicago futurista, a sociedade é dividida em cinco facções - Abnegação, Audácia, Amizade, Franqueza e Erudição - e ser um sem-facção é como ser invisível. Beatrice Prior nasceu na Abnegação, mas o teste de aptidão pelo qual todos os adolescentes passam para descobrir onde devem viver diz que ela é uma divergente, ou seja: não responde ás simulações como deveria e faz parte de mais de uma facção ao mesmo tempo. Agora Beatrice precisa decidir entre deixar sua família ou tomar um novo rumo em sua vida, enquanto tenta ao máximo esconder seu segredo mais perigoso. 

Impecável é a primeira coisa que me vêm a cabeça ao descrever Divergente. Tudo nesse livro me prendeu da primeira a ultima página.

Bom, é claro que existem comparações entre Divergente e Jogos Vorazes, e nada mais compreensível, já que os dois falam de mundos distópicos. E o começo é mesmo bem parecido com JV, mas conforme o livro vai avançando, ele toma os próprios caminhos e se torna tão bom quanto, embora bem diferente.

A narrativa da Veronica Roth é simplesmente incrível, e os diálogos são mais descontraídos que os criados pela Suzanne Collins. As conversas da Beatrice com seus amigos são muito engraçadas, e com o Quatro (sim, esse é o nome dele. Diferente, não?) então... De verdade, perfeito.

O ritmo do livro é maravilhoso, você praticamente ouve uma bateria imaginária fazendo sons de suspense. Se eu já não era apaixonada por distopias antes, agora virou um dos meus gêneros preferidos. Os personagens são incriveis, a história é cativante, e é melhor eu parar por aqui antes que não consiga mais encontrar palavras para descrevê-lo. Sim, é esse tipo de relíquia.

Espero que tenham gostado!
Beijos
Gabs

sábado, 10 de novembro de 2012

Lonely Hearts Club, Elizabeth Eulberg

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Título: Lonely Hearts Club
Autora: Elizabeth Eulberg
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance
Número de Páginas: 233
Ano de Lançamento: 2010
Nota: 2/5

Penny Lane Bloom cansou de ser magoada e tomou uma decisão: até terminar o Ensino Médio, chega de namorar. Exceto por John, Paul, George e Ringo, ela está certa de que os homens são o inimigo. E é inspirada nos Beatles que Penny decide criar o Lonely Hearts Club: o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. O que começou como uma brincadeira entre amigas virou o centro das atenções na escola McKinley. Pen não é a única que está farta de ver todas a sua volta mudarem completamente só para agradar aos namorados, que no final não estão nem aí para elas. Agora Penny Lane é idolatrada por dezenas de meninas, e odiada por vários garotos. Mas será que nenhum carinha vale a pena? 

Sabe quando você se cansa de livros cabeçudos e não vê a hora de ler algo bem teen só pra relaxar? Eu estava nessa ~fase~ e minha ansiedade pra ler esse livro só aumentou. O que foi horrível porque, pela nota, já dá pra imaginar o que eu achei sobre ele. Que é absolutamente fraco e eu preferia mil vezes ler um livro cabeçudo.

Quer dizer, ok. No começo o livro até é legal, e os capítulos são bem pequenos então é fácil de ler. Mas quando chega mais ou menos na metade do livro, começa a ficar um saco. O Lonely Hearts Club parece ser uma ideia legal no começo (ainda mais depois do que acontece com a Penny), mas quanto mais você pensa, mais vê que é algo idiota. Até a protagonista no final se apaixona, e muda as regras do clube. É irritante porque você sabe que no final ela vai ficar com alguém e o clube foi em vão.

Parece que Elizabeth Eulberg não sabe o que significa tempo. O livro começa no início das aulas, e quando você menos espera, puff! Já é Dia de Ação de Graças. Não que o tempo não deva passar, mas é que é muito repentino. Do nada eles já estão em uma época do ano totalmente diferente, mas o livro não dá aquela sensação de que o tempo passou. Não sei explicar direito, mas isso me incomodou bastante.

Sem contar que, argh. Nunca fui uma grande entusiasta de Beatles, pra dizer o mínimo, e esse livro só me deixou com menos vontade de dar uma chance. Ainda mais se todos os fãs forem irritantes daquele jeito. Toda vez que começava a falar algo sobre eles eu tinha vontade de fechar o livro e não abrir mais. Haters gonna hate.

Espero que tenham gostado :)
Beijos
Gabs

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A Noite das Mulheres Cantoras, Lídia Jorge

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Título: A Noite das Mulheres Cantoras
Autora: Lídia Jorge
Editora: Leya
Gênero: Romance
Número de Páginas: 317
Ano de Lançamento: 2012
Nota: 3/5

Há uma pergunta que percorre este romance de Lídia Jorge, da primeira à última página: quantas vítimas se deixam pelo caminho para se perseguir um objetivo? A ação do romance decorre no final dos anos 80 do século XX e invoca um tema de inesperada audácia - o da força da idolatria e a construção do êxito -, visto a partir do interior de um grupo 21 anos mais tarde, na forma de um monólogo. Como é habitual na obra da autora, a questão social é relevante - a força do todo e a aniquilação do indivíduo perante o coletivo são temas presentes neste livro. Mas aqui, tratando-se de um grupo fechado e dominado pela música, a parábola social submerge perante a descrição de um ambiente de grande envolvimento humano e de densidade poética. Servido por uma narrativa ao mesmo tempo rude e mágica, A Noite das Mulheres Cantoras propõe a quem o lê a história de seis figuras que passam a viver para sempre no nosso imaginário. A história de amor comovente que une as duas personagens principais, Solange de Matos e João de Lucena, é, por certo, um daqueles episódios que iluminam a realidade, e torna a grande literatura sobre a vida de hoje indispensável, com os ingredientes próprios da cultura dos nossos dias. 


Não é exatamente o tipo de livro que eu costumo me interessar, mas é bom. A narrativa de Lídia Jorge é forte e te faz entrar dentro dos personagens, conhecê-los a fundo. Nenhum deles é unilateral, e conforme o livro vai se passando dá pra ver claramente isso. 

Lídia Jorge manda o leitor para uma época aparentemente glamourosa, mas que esconde vários segredos nem tão bonitos assim, como as intrigas do show business. É contado pelo ponto de vista de Solange de Matos, embora ela não tenha sido a "principal" na banda. Não gostei muito do fato da sua história ser contada em primeiro plano, em detrimento às demais, já que todas fazem parte da história e são muito importantes.

A escrita usada pelo livro é um pouco rebuscada, principalmente por ser literatura portuguesa, com ênfase do literatura. O uso que Lídia Jorge faz das palavras consegue transmitir vários sentimentos, e ao mesmo tempo: inquietação, encantamento, surpresa e por aí vai. Embora já tenha dito que não é meu estilo de livro, caso tivesse que lê-lo para o vestibular, seria muito mais prazeroso do que muitos da lista de "clássicos". 

Espero que tenham gostado :) 
Beijos
Gabs

domingo, 28 de outubro de 2012

Ídolo Teen, Meg Cabot

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Título Original: Teen Idol
Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Gênero: Romance
Número de Páginas: 268
Ano de Lançamento: 2004
Nota: 10/10

Jenny Greenley é boa em dar conselhos. Tão boa que se tornou a conselheira anônima do jornal da escola. É como se Jen tivesse um ímã capaz de atrair todas as pessoas até ela, e fazê-las desabafar. Mas quando o ídolo das telas Luke Striker vai à pequena cidadezinha de Clayton fazer laboratório para seu próximo filme, cria um tumulto tão grande que nem a sensata Jen consegue resolver. Principalmente porque está mais do que envolvida na história. Será que Jenny, a confidente de todas as horas, vai conseguir resolver o próprio problema? 

De longe um dos melhores livros da Meg que eu já li! Acho incrível como ela consegue pegar uma história totalmente simples e fazê-la parecer a coisa mais original do mundo. Todo mundo que escreve (principalmente adolescentes, me incluo nisso) já teve ideias de escrever um romance com um dos lados famoso e o outro normal. Mas a Meg conseguiu tornar essa ideia clichê em algo... wow. 

Jenny é uma das melhores personagens dos livros da Meg, uma das poucas em que, pelo menos por alguns momentos, eu não odiei (e acredite, mesmo a tia Cabot sendo minha escritora preferida, eu tenho essa coisa de detestar algumas protagonistas dela), e nós somos incrivelmente parecidas.

Os personagens secundários também são muito legais, menos a Trina. Desde que li O Diário da Princesa fico me perguntando qual é o conceito de "melhor amiga" da Meg. Porque sério, Lily e Trina são as piores melhores amigas do mundo, e nem a Jenny e muito menos a Mia fazem nada! Sério, se fosse eu já teria dado um tapa nessas duas vacas. Mas pelo menos a Jen diz a verdade pra Trina, que no final percebe que estava errada. Já a Lily... bom, o problema da Mia de não conseguir dizer o quanto ela é um vaca é o que mais me irrita nela (e olha que eu não odeio tanto a Mia).

E o final é super inesperado. Bom, a menos que você, como eu, tenha essa péssima mania de ler a última página. Então um aviso: se controle! Vai valer a pena :)

Espero que tenham gostado!
Beijos
Gabs

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Garotas de Vidro, Laurie Halse Anderson

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Título Original: Wintergirls
Autora: Laurie Halse Anderson
Editora: Novo Conceito
Gênero: Ficção psicológica
Número de Páginas: 269
Ano de Lançamento: 2009
Nota: 9/10

Lia está doente e sua obsessão pela magreza e pela perfeição a está deixando cada vez mais confusa. Mas ela perde totalmente o controle quando descobre que sua ex melhor amiga Cassie morreu sozinha num quarto de hotel, de modo humilhante. E o pior: ligou para Lia 33 vezes antes de morrer. A garota está cada vez mais perdida em o que é real e o que é imaginação, nega seu problema e impõe a si mesma regimes cada vez mais impossíveis, em busca de uma perfeição inalcançável. Seus pais e sua madrasta até tentam ajudá-la, mas nem sua doce irmã Emma consegue tirar Lia desse poço no qual ela não consegue - e nem quer - sair. 

Nem todas as expectativas que eu tinha foram atendidas, confesso. Ouvi tanta gente falando super bem do livro, e ele é mesmo muito incrível, só não foi a melhor coisa que já li na vida, não foi um 10. A quantidade gigantesca de metáforas é cansativa e, principalmente no começo do livro, enquanto você não se acostuma com o estilo, o modo como a mente da Lia é descrita pode te deixar confuso, pois, bom, é uma bagunça.

Mas, tirando isso, o livro é ótimo. Da primeira à última página dá pra sentir o desespero de Lia, e como ela fica cada vez pior, além da sua distorção da realidade. Adentramos tão fundo no mundo da protagonista que por alguns momentos é como se nós é que sofrêssemos o distúrbio alimentar.

O livro é forte, pesado, e até o final, é meio difícil ler mais de dois capítulos por dia, a menos que você pare e respire um pouco. E o fim é tão perturbador que chega a ser belo, de verdade. Por mais que eu continuasse nessa de "não leia tudo de uma vez", não consegui evitar e engoli as últimas 100 páginas. Conclusão? Não consegui parar de pensar no livro pelo resto do dia. Ele é daquele tipo que realmente mexe com a sua cabeça, te faz filosofar e querer ir a fundo no assunto.

E sem contar que a capa é PER-FEI-TA!

Espero que tenham gostado :)
Beijos
Gabs

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Codinome Cassandra, Meg Cabot (série Desaparecidos #2)

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Título original: Code Name Cassandra
Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Gênero: Ficção Juvenil
Número de Páginas: 286
Ano de Lançamento: 2001
Nota: 9/10

Faz um ano que um raio atingiu Jessica Mastriani, e aparentemente sua vida voltou ao normal. Depois de dizer aos oficiais do FBI que não tinha mais poderes de encontrar crianças parecidas, ela e sua melhor amiga Ruth estão passando férias tranquilas em um acampamento de música. Ok, não tão tranquilas assim. A verdade é que Jess se candidatou á um emprego de verão, tendo que ser monitora de um chalé cheio de garotos insuportáveis, precisando apartar brigas e tentar se manter longe de confusão. Junte isso ao fato de que seu "amigo" da detenção, Rob Wilkins, ainda não quer nada com ela, pois isso criaria problemas na sua condicional, e suas férias estão visivelmente terríveis. Mas tudo que é ruim, pode e vai piorar. 

Ok, antes de nada, preciso avisar que essa resenha poderia ser definida em, simplesmente: é Meg Cabot, fim. Só pro caso de não ficar muito boa, porque eu realmente não sei como falar de livros da Meg porque, bom, é a Meg.

Mas deixando de lado esse meu amor, preciso confessar: Não, nem todos os livros da Meg são incríveis, geniais, ótimos, nota 10. Alguns - não um ou dois, alguns mesmo - são nota 9, e pra uma fã, isso corta meu coração, mas é a verdade, e a própria série Desaparecidos é um triste exemplo.

A narrativa da Meg é ótima, como sempre. Você realmente entra na personagem, tem aquela proximidade gigante que não existe com muuuuitos livros (principalmente esses que falam sobre coisas sobrenaturais, o que não é exatamente o caso dessa série, mas enfim. Sempre os acho muito impessoais, mesmo os narrados em primeira pessoa), mas mesmo assim, não tem aquela coisa que te prende, como acontece com vários livros dela (cof cof, A Mediadora, cof cof).

Outra coisa que eu percebi e que não me agradou foi que o livro não tem um ritmo bem definido. Sabe quando você lê os livros da Meg e do meio pro fim já não dá pra largar? Codinome Cassandra não tem isso. Uma boa parte do livro é simplesmente a Jess apartando brigas entre dois garotos do acampamento, é quase um daqueles livros que não tem nenhum fator sobrenatural ou, sei lá, diferente (porque eu não sei em qual área entra "a garota atingida por um raio que encontra crianças desaparecidas"), e conta apenas a vida da personagem. E então vem o conflito, mas ele acaba rápido, e ainda faltam 100 páginas no livro. Você fica tipo "mas o que????", e o ritmo diminui. Então BAM! vem o problema de verdade. Acho que muita gente acharia isso legal, mas eu não gostei, porque não é exatamente o estilo dela.

Mas enfim, com tantas críticas, eu esqueci de falar do quanto o livro é bom. Sim, ele é ótimo, a Meg continua sendo incrível demais e o Rob Wilkins, embora não seja O mocinho mais fofo do mundo (cof cof, ele não é o Jesse, cof cof), mas é realmente um amor.

Enfim, espero que tenham gostado!
Beijos
Gabs

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Apaixonada por Palavras, Paula Pimenta

4 comentários
Título: Apaixonada por Palavras
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Gênero: Crônicas
Número de Páginas: 160
Ano de Lançamento: 2012
Nota: 10/10 

Acho que a maior coisa que qualquer pessoa pode querer é inspirar outras pessoas. Ou talvez não seja exatamente uma meta na vida, mas se alguém algum dia disser que você a inspira em algo, aposto que você ficará imensamente feliz. É isso que Paula faz: ela inspira as pessoas com sua escrita. Inspira tanto que essa resenha será em forma de pseudo-crônica (leia-se: caso essa tentativa saia um fracasso, não me culpem).

Confesso que não fiquei animada com Apaixonada por Palavras quando soube que ia sair. Dá uma sensação estranha se distanciar das personagens e entrar no mundo da autora. Aprendemos a amar a Fani, o Leo, a Pri e todos os outros personagens como se fossem nossos amigos, e fica aquela pergunta: será que vai ser tão bom quanto?

Então sim, ladies and gentleman, dei com a cara na parede.

Já nas primeiras páginas, Paula nos cativa de uma forma que poucas escritoras conseguem. Me identifiquei com absolutamente tudo, desde aquelas coisas que achava que eu era a única que fazia, até aqueles sentimentos indescritíveis que ela consegue definir com palavras de um jeito que até daria medo se não fosse tão genial.

E o que eu mais amo na escrita da Paula: ela me inspira. Ela faz com que escrever pareça tão incrivelmente fácil, que ficamos com vontade de escrever também. Nunca vi uma escritora que consiga fazer isso de um modo tão doido. Quer dizer, quando você lê um livro bom, pensa que também quer fazer aquilo, porque o bom simplesmente parece simples. Agora quando li Apaixonada por Palavras, isso meio que saiu só do pensamento e precisei mesmo escrever algo.

Então Paula, se você estiver lendo isso, saiba que eu te agradeço muito por ter trazido minha inspiração de volta e por simplesmente ter escrito algo tão lindo e perfeito. Pensei em várias formas de como te agradecer por isso, até mesmo fazendo um FC. Mas convenhamos, qual é o melhor modo de agradecer por crônicas perfeitas? Sim, com uma crônica.

(Imperfeita, e talvez razoavelmente ruim. Mas o espírito da coisa é o que conta).

Espero que tenham gostado!
Beijos
Gabs

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Sonhos, Alyson Noël (The Soul Seekers #1)

14 comentários
Título Original: Fated (The Souls Seekers #1)
Autora: Alyson Noël
Editora: Leya
Gênero: Romance Sobrenatural
Número de Páginas: 318
Ano de Lançamento: 2012
Nota: 10/10

Daire Santos tem a vida que muitas pessoas gostariam de viver: é filha de uma maquiadora de Hollywood, já viajou o mundo inteiro, conheceu várias celebridades e até já namorou algumas delas. Mas nem tudo são flores: ela começa a ter visões e sonhos assustadores, e vários médicos querem interná-la em um hospício. E é então que Daire recebe uma ligação de sua vó paterna, que há muito tempo havia sumido do mapa, dizendo que podia curá-la com ervas medicinais, mas ela tem que ir morar em Encantamento, Novo México, onde a velhinha vive. Porém, quando chega lá, Daire descobre que é na verdade uma Buscadora de Almas, tem uma linhagem milenar e poderosa que vêm combatendo o mal, para que não só essa dimensão, mas todas as outras, fiquem em equilíbrio. 

Confesso que nunca me interessei por livros da Alyson Noël, já que a série Os Imortais saiu naquela época em que romances sobrenaturais estavam totalmente em alta e isso já estava me cansando. Mas Sonhos foi o primeiro livro que ganhei na parceria com a Leya, e como era um super lançamento, veio numa caixa muuito linda, com uma cartinha escrita pela Alyson e um apanhador de sonhos (eu ia sortear tudo isso aqui no blog, mas 1- gostei muito de tudo e quero guardar de recordação por ser o primeiro livro da parceria, e 2- fiquei tão feliz que deixei o apanhador de sonhos cair no chão e ele quebrou), então decidi dar uma chance.

Mas como eu me enganei! A Alyson Noel escreve muito bem, não é exatamente uma Meg Cabot, e sim um pouco mais formal (o que não me agrada tanto assim, preciso me acostumar um pouco mais), mas é boa, de verdade. Parece que ela vai relaxando com o tempo, pois o começo do livro é um tanto quanto tenso, e depois fica mais calmo.

Daire começa sendo uma personagem clichê. Sabe aquelas que você não ama nem odeia? Mas conforme o livro vai passando, ela vai ficando cada vez mais apaixonante, até virar realmente uma protagonista inesquecível.

Uma coisa que eu reparei (e que me surpreendeu quando o livro chegou) foi que na sinopse da contra-capa (e na que escrevi ali em cima, propositalmente) não se fala nada sobre garotos. Quer dizer, quando você lê a orelha do livro, descobre que tem sim um garoto, e... bom, é óbvio que teria um, mas achei totalmente ótimo que não o citaram, e sim apenas a história em si. Quer dizer, o romance é importante (e o Dace é muito fofinho), mas é original não se falar disso logo de cara, já que muitos livros são vendidos por causa do romance, e muitas vezes a história é secundária, e tratada desse modo até pela própria editora e tudo mais. Colocar a história do livro em primeiro plano parece óbvio, mas ver isso ser realizado de verdade me surpreendeu.

Sem contar que a história também é super original. Até agora não sei exatamente com o que relacionar. Tem vários traços hispânicos (por acontecer no Novo México, eu acho...) e me lembra um pouco as histórias dos índios norte-americanos, e ainda tem almas. É algo realmente novo, que pelo menos eu nunca vi, e que ficou bem legal (sabe, entrar num mundo desconhecido é meio assustador, você não sabe direito se vai se interessar ou entender, mas no fim pode se surpreender).

Ah, e os capítulos são bem curtinhos, o que meio que compensa já que a letra usada é minúscula. Com o tempo você se acostuma, mas até lá...

Enfim, Sonhos é um livro realmente bom, não sei se é um daqueles que virará meu livro favorito, relido várias vezes, mas não tem nada que o impeça de ganhar uma grande nota 10. Só espero que a continuação (que, segundo a cartinha da Alyson, lança daqui há uns seis meses) consiga manter o alto nível que o primeiro livro teve.

Espero que vocês tenham gostado!
Beijos
Gabs

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Apaixonados - Histórias de Amor de Fallen, Lauren Kate

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Título Original: Fallen in Love - A Fallen Novel in Stories
Autora: Lauren Kate
Editora: Galera Record
Gênero: Romance Sobrenatural
Número de Páginas: 181
Ano de Lançamento: 2012
Nota: 9

Por obra do destino, a história de quatro personagens da já conhecida série Fallen se entrelaçam, num inesperado Dia de São Valentim, na Inglaterra medieval. Esse é o cenário dos quatro contos de Lauren Kate, reunidos nesse livro, como uma "edição especial" da série. Miles e Shelby encontram o amor no lugar mais inesperado de todos, Roland aprende uma triste lição, Ariane conhece o preço de amar e Daniel e Luce passam uma última noite inesquecível. Inesperado. Não correspondido. Proibido. Eterno. Todos têm sua história de amor. 

Depois de Paixão, esse livro devia se chamar alívio, de tão legal que é. Todas as histórias são super fofas, mas a primeira coisa que eu tenho pra falar, que pode até ser meio besta mas que fez totalmente a diferença: lembram quando eu disse na resenha de Paixão que uma das várias coisas que não gostei foi que, embora a caracterização das épocas passadas tenha sido boa, senti falta de uma linguagem diferente, mais antiga,difícil, sei lá? E Apaixonados consegue fazer isso muito bem, a linguagem é perfeita quando se tratam de pessoas da época medieval, e normal quando são os personagens do presente ou os anjos (que, por algum motivos, nasceram bem antes de tudo mas falam com uma linguagem sem tu e verbos terminados em este). Mas enfim, preciso falar sobre cada uma das histórias porque elas são muito lindas e não dá pra não falar.

O Amor Onde Menos de Espera - O Dia dos Namorados de Shelby e Miles
Confesso que esperava mais dessa história, já que a Shelby e o Miles são meus personagens preferidos. A história é simples, bonitinha e engraçada, mas no momento do clímax romântico foi muito profundo. Fala sério, são adolescentes normais, não vão falar "eu te amo pra sempre, amor da minha vida". Mas ainda assim é lindinha.

Lições de Amor - O Dia dos Namorados de Roland 
Um choque, porque eu realmente achei que não ia gostar desse conto. Sei lá, o Roland sempre foi um personagem não-cheira-nem-fede pra mim, achava ele legal mas era só. Porém, essa história realmente me surpreendeu por prender do começo ao fim. Não é do tipo wow, mas é bonitinha e emocionante.

Amor Ardente - O Dia dos Namorados de Ariane
O QUE???? Essa história é a coisa mais linda de todas! Ok, é totalmente triste e depressiva, se você é muito sensível, vai acabar o conto chorando desesperadamente. Mas é mesmo muito linda e emocionante, conseguiu superar minhas expectativas (e olha que eu tinha muitas), e mostra um tipo de amor simples e puro.

Amor Sem Fim - O Dia dos Namorados de Daniel e Lucinda 
Por incrível que pareça, gostei até bastante dessa história. A Luce e o Daniel me irritam profundamente, mas o conto foi lindinho, no melhor estilo clichê-fofo, mas acabou imprevisível, eu acho, pois realmente pensei que a Lucinda ia morrer :P

Enfim, espero que tenham gostado :)
Beijos
Gabs

sábado, 4 de agosto de 2012

Paixão, Lauren Kate (Série Fallen #3)

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Título Original: Passion
Autora: Lauren Kate
Editora: Galera Record
Gênero: Romance Sobrenatural
Número de Páginas: 377
Ano de Lançamento: 2011
Nota: 5

Antes de Luce e Daniel se conhecerem na Sword & Cross, eles já haviam passado muitas vidas juntos. O amor que Luce sente por ele é maior do que tudo, exceto talvez, pela necessidade de conseguir respostas sobre como quebrar a maldição que rodeia os dois há milênios. Luce então se arrisca a viajar por Anunciadores pelo tempo, conhecendo seus eus do passado e vendo pela primeira vez todas as histórias trágicas que ela e Daniel já passaram, todos os momentos difíceis que ele teve que aguentar após a morte dela. Ele também a persegue através do tempo, pois prometeu nunca abandoná-la. Mas Luce não se deixará ser caçada. Ela sabe que cada vida que sua alma passou contém uma pista para suas perguntas. 


De longe o mais fraco da série. Pra começar, antes mesmo de eu ler, muita gente já falava isso, e digamos que não foi uma notícia animadora, ainda mais depois de Tormenta, que é totalmente incrível e perfeito. Seria bem difícil mesmo competir com o segundo livro da saga, mas acabou que Paixão não chegou nem perto de fazer isso.

Pra começar, aquele problema que eu já percebi que não vai mudar mesmo: melosidade. Quer dizer, tudo bem, eles se amam, se amaram várias e várias vezes por muitos anos, mas não é necessário relembrar isso a cada segundo, a gente já sabe! Toda vez que eu vejo essas demonstrações de amor constantes, tendo a pensar que é algo meio falso, então esse livro foi quase uma tortura. Leitores de Meg Cabot vão concordar comigo: protagonistas misteriosos e fofos, que agem pra demonstrar o seu amor, ao invés de simplesmente falar sobre ele, valem muito mais a pena.

No começo da série, achei que a Luce seria uma daquelas personagens inteligentes, e no fim de Tormenta comecei a admirá-la por não deixar tudo nas mãos de Daniel. Ela queria respostas, e não ia ficar sentada esperando, já que ele não lhe contaria nada. Ela não se contentava apenas com o amor de Daniel: queria saber porque, ver se era realmente tudo aquilo, ou se apenas uma maldição unia os dois, e nada mais. E essa seria uma personagem mil vezes melhor que muitas mocinhas de livros adolescentes, se a Lauren Kate não tivesse arruinado tudo nesse terceiro livro. Luce se mostra fraca e até meio besta, e ás vezes parece que o único motivo dela estar naquela busca é pra dar uns amassos em qualquer Daniel que encontrar pelo caminho. A maldição parece ser até mesmo secundária, o que me irritou bastante. E no final ainda teve uma explicação bem mais ou menos, pois o que importa mesmo é mostrar o romance e não o mistério, não é? HAHAHA, desculpa, eu acho que não. O romance se pode ver o tempo todo, não é algo que vá realmente fazer diferença se não aparecer a cada duas linhas.

Além do mais, a história é cansativa. Se fosse duas ou três viagens no tempo seria legal, mas um livro todo? Sinceramente não acho que tem como isso não acabar em desastre. Parecia que Luce viajava ás cegas pelo tempo, sem fazer ideia do que realmente tinha que fazer. O motivo dela estar lá é pra entender o amor de Daniel, ver se ele era tão real quanto parecia, e não somente uma maldição que recaiu sobre os dois, e apenas umas três histórias do passado deles realmente conseguiam provar isso e dar pistas verdadeiras sobre qualquer coisa. As outras, embora fossem bonitas (não vamos desmerecer, as histórias de Luce e Daniel nas vidas passadas são bem comoventes, principalmente quando a Luce atual não interfere nelas), não acrescentavam nada a história, que não conseguiu prender a minha atenção do mesmo modo que Tormenta ou até mesmo Fallen fez.

Mas não foram apenas de críticas terríveis que minha leitura se baseou: sim, a narrativa da Lauren Kate é ótima, e pra quem gosta de romances impossíveis esse livro é um prato cheio. Sem contar que viagem no tempo é algo que eu sempre me interessei, mais pelo contexto da época, a caracterização dos personagens, etc, do que pela história em si, e Lauren conseguiu fazer isso muito bem. Só achei que os diálogos mais antigos deviam ter palavras mais complicadas porque, bom, são antigos.

Enfim, espero que tenha gostado (:
Beijos
Gabs

P.S. - Não me xinguem, essa é apenas a minha opinião sobre o livro.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Sonhos de Consumo #1

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Antes de mais nada: prometi no post de Tormenta que o meu hiatus no blog tinha acabado e depois sumi de novo, então mil perdões! Logo vocês vão saber o motivo do meu sumiço e se gostarem de Glee, vão até achar tudo muito justo (:

Mas enfim, vamos ao primeiro Sonhos de Consumo. Demorei tanto tempo para postar essa coluna porque, convenhamos, eu tenho essa péssima mania de querer muitas, muitas coisas, e provavelmente o post ficaria longo demais. Mas agora finalmente consegui selecionar os meus 5 maiores sonhos de consumo do momento, então here we go! 

A Culpa é das Estrelas, John Green
Parece que o mundo literário foi engolido por esse livro! Tanto que fiquei com vontade de ler antes de saber sobre o que falava, e quando li a sinopse dizendo que a garota tinha câncer, já fiquei totalmente apaixonada e com vontade de chorar. Ele tem que ser bom. 










Coleção Pânico 1, 2, 3 e 4 

Provavelmente o único filme de terror que não me deixou apenas com medo, mas com uma vontade GIGANTE de assistir várias vezes. Infelizmente só vi o Pânico 4 até agora, mas fiquei tão viciada que preciso ver os outros o quanto antes. Ver não, eu preciso tê-los pra assistir o dia todo, pro resto da minha vida. 










Box de Friends 

Ok amigos, eu sei que é caro, mas faltam 4 meses pro meu aniversário, tempo suficiente pra fazer uma vaquinha (: 









A Filosofia por trás de Jogos Vorazes, Lois H. Gresh 

Mais importante do que eu querer esse livro é o fato de eu não o ter ainda! 












   Série Desaparecidos #2 - Codinome Cassandra, Meg Cabot

   Eu podia passar horas falando dos motivos pra eu querer esse livro, mas direi apenas um: Meg Cabot. 














Espero que vocês tenham gostado (: 
Beijos 
Gabs 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Tormenta, Lauren Kate (Série Fallen #2)

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Título Original: Torment
Autora: Lauren Kate
Editora: Galera Record
Gênero: Romance Sobrenatural
Número de Páginas: 391
Ano de Lançamento: 2010
Nota: 10

Depois de quase ser morta na Sword & Cross, a única coisa que Luce quer é ficar com seu amado Daniel para sempre. Mas Daniel tem que partir para combater as estranhas criaturas que estão atrás de sua amada, então esconde Luce em Shoreline, um internato na Califórnia, que abriga vários estudantes especiais: Nefilins, filhos de anjos caídos com humanos. Lá, ela descobre o que são as estranhas sombras que vê sua vida toda, e até que pode controlá-las. Quanto mais Luce vive em Shoreline, mais ela tem a impressão de que Daniel não está lhe contando tudo que deveria, e que há muito mais a se conhecer sobre a história dos dois. 


Primeiro de tudo: mil desculpas por ter sumido nessa última semana! Eu andei meio surtada com Glee Project e com um casal de lá em especial, e estive totalmente sem cabeça pra postar no blog. Mas esse hiatus acabou hoje!

Começando pela capa mais uma vez: que coisa mais linda! Sério, acho que eu estou obcecada pelas capas dos livros da Lauren Kate, elas são tão maravilhosas e expressivas e ao mesmo tempo meio deprês, mas de um jeito bom. Acho que qualquer um, até mesmo os não-góticos ou não-emos (como eu) conseguem ver uma beleza bem profunda nessa capa. Mas enfim, sobre o livro.

Esse foi realmente o melhor livro que eu li até agora da Lauren, a escrita dela está fabulosa e ela apresenta os novos personagens muito bem, e faz com que nos apaixonemos perdidamente por eles.

O ponto alto foi mesmo a Shoreline. É como se você mergulhasse naquele mundo de internato ao estilo Harry Potter, Isso deu um dinamismo muito grande ao livro e até um toque meio engraçadinho que estava faltando na história. Sem contar que os novos personagens são mesmo muito bons e tem personalidades bem legais, então é um livro ótimo de se ler.

Também comecei a gostar mais da Luce nesse livro, porque ela não ficou apenas esperando o mocinho salvá-la. Ela não estava nem aí pra nada, fazia o que bem entendesse e até brigava com Daniel por isso. É uma característica que bem poucas personagens têm.

Mas o ponto negativo ainda é a melação. Parece que eles tem a necessidade de falar do amor um pelo outro o tempo inteiro, como se já não fosse óbvio. Deviam investir mais em ações do que em palavras pra mostrar os sentimentos, e não ações confusas, como o Daniel permanecendo longe da Luce para protegê-la. Estou falando de coisas fofas de verdade, estilo romance adolescente mesmo, sem o sobrenatural. E os dramas da Luce também são meio irritantes ás vezes.

Enfim, não sei quando farei a resenha de Paixão porque não estou achando ele muito bom até agora e várias pessoas ficam me dizendo que é o mais sem graça de toda a série. Mas mesmo assim, logo farei mais posts pra vocês (:
Beijos
Gabs

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Os Relógios, Agatha Christie

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Título Original: The Clocks
Autora: Agatha Christie
Editora: Grupo Editorial Record (Edição BestBolso)
Gênero: Policial
Número de Páginas: 280
Ano de Lançamento: 1963
Nota: 10

É uma manhã tranquila quando se ouve no número 19 da Wilbraham Crescent, Inglaterra, um grito. Um corpo na casa de uma mulher cega, a Mrs. Pebmarsh fora encontrado por Sheila Webb, uma datilógrafa que fora chamada para prestar serviços ali naquele dia. O mais intrigante do crime é que, na sala em que o homem estava, há quatro relógios, todos eles marcando o mesmo horário, os quais Mrs. Pebmarch tem certeza que não estiveram sempre ali (pois, mesmo sendo cega, ela conhece muito bem cada canto da casa). O agente do serviço secreto Colin Lamb acaba se envolvendo com o crime, que parece muito complexo, ainda mais quando duas outras mortes ocorrem em circunstâncias também suspeitas. Ele então desafia seu amigo Hercule Poirot, personagem já consagrado dos livros de Agatha Christie, a resolver o caso, sem nem mesmo sair de seu escritório, apenas ouvindo os fatos e especulações da polícia. 

Já fazia tempos que eu estava querendo ler algum livro da Agatha, já que todo mundo vive falando bem. E é óbvio que não podia ser diferente: simplesmente AMEI! Primeiramente, eu acho que livros policiais são o tipo que, se você lê um, tem vontade de ler 20. A cada página ele te cativa e, ok, confesso, pode até te assustar se a trama for realmente boa. Esse foi o primeiro livro policial de verdade que eu li, e viciei totalmente. 

O que eu fiquei mais maravilhada, é que a narrativa da Agatha Christie não é só boa, ela também é atual. O livro foi escrito à quase 50 anos, e parece que é um lançamento. Tudo bem, o diálogo entre os personagens é bem formal, mas qualquer um que já viu filmes ou leu livros que se passam na Inglaterra, sabe que aquele é o modo que eles falam. Até os temas que rodeiam as conversas dos vizinhos da Wilbraham Crescent são assuntos meio presentes no nosso cotidiano, numa linguagem não muito difícil de entender (mesmo com a formalidade). Toda hora eu tinha que me relembrar que aquele era um livro antigo e não um atual, no máximo da década de 90. 

Também percebi que Agatha tenta manter uma distância entre os personagens e o público, mesmo nos capítulos que são narrados pelo próprio Colin, só se entra dentro do pensamento de cada um quando é algo pertinente ao caso; muito poucas vezes fala-se sobre um assunto diferente. Acho que todos os livros desse gênero tendem a se prender essencialmente ao crime, sem fazer rodeios, no máximo um relato curto sobre a vida do personagem, especialmente quando isso também vai colaborar com o caso. De qualquer jeito, achei a narrativa dela bem interessante, porque quem está lendo um livro sobre mistério quer que o solucionem, e não que fiquem de blábláblá sobre um assunto sem importância.

Espero que gostem, o livro é bem antigo mas realmente valeu a pena (:
Beijos
Gabs 

domingo, 1 de julho de 2012

Fallen, Lauren Kate

2 comentários


Autora: Lauren Kate 
Editora: Galera Record
Nota: 9 
Gênero: Romance Sobrenatural 
Páginas: 406


Luce vê sombras. Estranhas criaturas que aparecem para assustá-la, e que podem ter sido as responsáveis pela morte de seu antigo namorado. Mas as autoridades não sabem disso, e a culpam pela morte do garoto. Sem ter outra alternativa, seus pais a mandam para o reformatório Sword & Cross. Lá, Luce conhece pessoas boas e pessoas más (convenhamos, como em qualquer outro colégio), e o garoto mais popular, Cam, começa a gostar dela. Mas Luce está realmente interessada no misterioso Daniel Grigori. Toda vez que conversam, ele dá um jeito de envergonhá-la e faze-la se sentir mal, mas ela não consegue ficar longe dele, pois sente que o conhece de algum lugar e tem uma atração quase... mágica por ele. As sombras aumentam, e alguma coisa em Daniel parece perigosa, quase letal, porém quanto mais ele a rejeita e as sombras avançam, mais Luce quer descobrir a verdade: de onde ela o viu antes? E, afinal, o que o misterioso garoto esconde?

Hora da confissão: Eu realmente achava que ia odiar esse livro. Quer dizer, não sou assim muito fã de livros com anjos caídos e demônios, e nem é por "desafiar a religião". É porque realmente não sinto muita graça neles, me parece meio clichê. Mas depois de começar Fallen, todos esses pré-conceitos foram por água abaixo.

Começando pela capa. Eu sei que não se pode julgar um livro por isso, mas a capa de Fallen é linda demais! De verdade, ás vezes eu parava de ler e ficava olhando aquele vestido lindo que a Luce usa, é simplesmente perfeito.

A história é envolvente, os personagens são apaixonantes e o enredo é ótimo. Não tem como não amar o Daniel, por mais que ele seja muito meio grosso ás vezes, mas é muito fofo, principalmente no final. E as reviravoltas fazem com que seja impossível largar o livro.

E, melhor ainda, todos os mistérios não se resolvem no primeiro livro. Na verdade, Fallen é só um "prólogo" da história, pois tem várias outras coisas que é necessário descobrir, e que só serão contadas nos outros livros. Isso te deixa praticamente paranoica para lê-los.

A única coisa que eu não gostei muito é que, principalmente no final, o livro fica meloso demais. Quer dizer, eu sei que o romance é necessário e lindo também, mas tinha horas que ficava meio repetitivo, por isso que eu não daria nota 10. Mas se você não se importa ou consegue deixar essa parte de lado, é um livro realmente muito bom.

E pra quem achava anjos clichês, até fiquei com vontade de ler mais livros desse gênero (:

Digam o que acharam do post, críticas construtivas também são bem-vindas!
Beijos
Gabs

domingo, 13 de maio de 2012

Livro - Fazendo Meu Filme #4 - Fani em Busca do Final Feliz

2 comentários


Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutemberg 
Nota: 10, 100, 1000!!!!!! 


Esse livro contém spoilers de Fazendo Meu Filme 1, 2 e 3. Fica totalmente por sua conta e risco ler ou não. 

Oi, fofos!! Como prometido, depois de contar como foi no dia dos autógrafos de fmf4, hoje vou contar como é o livro! Fiquei muuuuito feliz com os comentários nas duas partes da minha aventura, então não podia demorar pra ter mais entretenimento por aqui, né? Pelo visto vocês amam Fazendo Meu Filme, e Paula Pimenta, e etc. Que bom, eu também (:

O livro se passa cinco anos depois de quando a Fani e o Leo terminaram, e ela partiu para Hollywood, para estudar Cinema. A primeira parte do livro, é ela mesma contando o que aconteceu em sua vida nesses 5 anos. Um capítulo de flashback e outro no presente. A segunda parte é do Leo, mostrando o seu ponto de vista do término, e também como sua vida andou nos últimos anos, enquanto fala também da sua vida atual. E a terceira parte, da Fani e do Leo, eles já se reencontraram. Não vou dizer como, porque é muito, mas muuuuito emocionante e não quero estragar uma surpresa tão grande.

Mas o que eu posso dizer do livro é que ele é perfeito. Total e completamente perfeito, e todas as pessoas que terminaram fmf3 com raiva da Fani e do Leo foram recompensadas, pois o final não podia ser mais justo. Sério. Não tenho palavras pra descrever o que foi esse livro, então é só isso que posso falar. PERFEITO.


Digam o que acharam, se eu fiquei com uma cara de idiota muito grande nessa foto, dêem sugestões.... enfim, não sejam leitores fantasmas!!
Beijos
Gabs
 

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