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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Aterrissou no Fun House #2

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Oi gente! Então, como vocês já sabem (ou deveriam saber, hahaha) meu aniversário foi dia 13 de novembro, e o que vem no combo "Parabéns-pra-você"? Sim, presentes! Então, aqui estão as coisas que eu ganhei (e que vão interessar pra vocês, bookaholics/seriadores/gente-legal-como-eu):


Por favor, digam que eu não fui a única que morri de curiosidade para ler Os Instrumentos Mortais depois que saiu o trailer do filme? Pois sim, foi exatamente isso que aconteceu, e graças ao Submarino (eu <3 Submarino) consegui comprar os três primeiros livros da saga por 40 reais, e a entrega, que deveria demorar 5 dias, chegou em dois. Não tem como não amar lojas assim <3


Para aumentar ainda mais meu surto, nem uma hora depois chegou minha season one de 2 Broke Girls, que virou a minha nova crush, sem mais.


E pra coroar, á tarde fui na Livraria Cultura da Avenida Paulista e, depois de muitas reviravoltas ("vou comprar esse... mas é muito caro... que tal esse?... Ah mas e se eu não gostar?... Mãe, me ajuda!"), decidi por The Hunger Games - Songs from District 12 and Beyond. É uma das poucas coisas de JV que eu ainda não tenho, e também entra na minha coleção da Taylor Swift, então digamos que foi uma compra muito bem-sucedida. 


Espero que vocês tenham gostado!
Beijos
Gabs - A Consumista 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

CD: Unbroken, Demi Lovato

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Oi, pessoas lindas! Sentiram minha falta? Andei meio sumida por causa das milhares de provas + feriado de páscoa + gripe. Sim, tudo junto, pra vocês perceberem como foi legal, hahaha. Mas, partindo do princípio que alguém se importa, sim, eu estou bem melhor agora, e pronta pra novos posts (:

Então, vocês aí devem saber (ou talvez não) que há umas duas semanas atrás vazou o clipe novo da Demi Lovato, Give Your Heart A Break. E, deixe-me explicar, eu estava meio chateada com ela. Quer dizer, de uma hora pra outra, a garota muda de "fofa de sorriso gigante, legging e camiseta de banda" pra "mulher madura que só canta música de balada e agarra mil homens no show". Isso me irritou bastante, porque a Demi (assim como a Miley, outra com quem tive esse mesmo problema) foi parte da minha infância, e de uma gora pra outra ela é uma pessoa totalmente diferente. Mas aí ela lançou o clipe e, cara, foi como se tudo aquilo, de quando eu era pequena, voltasse. Aí, como gosto de dizer, venci minhas desavenças com a Demi. Aquela coisa de "não concordo com a sua mudança, mas se você quer assim, eu te apoio". Mas não, não virei Lovatic por causa disso, apenas parei de julgar tanto a garota, afinal todos crescem e amadurecem.

Mas enfim. Então eu tomei coragem nessa minha cara e, finalmente, pedi pra minha mãe de "presente de páscoa" o cd dela, mesmo sabendo que podia me decepcionar, etcetc. Porém, a verdade é que NÃO ME DECEPCIONEI NEM UM POUCO!! Sério, ainda mais porque tinha na minha cabeça "ela acabou de sair da rehab, provavelmente vai fazer um monte de músicas de auto-ajuda", o que, na boa, já cansou. Mas não, graças a tudo que é bom, a maior parte das músicas trata de amor. Aliás, a única falando sobre superação, é Skyscraper, que eu nem ouço muito porque meio que enjoei (como acho que todo mundo, né? Só passava essa música o tempo inteiro na tv).

Por mais que sejam músicas de balada sem nenhuma consistência, até gostei de All Night Long (ft. Missy Elliott e Timbaland) e Who's That Boy (ft. Dev). Já Unbroken, faixa que dá nome ao disco é muito viciante. Hold Up também tem esse estilo mais dançante, mas confesso que (até agora, pelo menos), não gostei muito dessa. E tem também as parcerias masculinas (em que os homens cantam mais do que a voz de fundo do Timbaland, que não conta), como Your My Only Shorty (ft. Iyaz), que não fui muito com a cara, e Together (ft. Jason Derulo), que eu achei muuuito parecida com umas músicas do Camp Rock, e é bem fofinha.

E então tem Mistake, que até agora não me viciou muito, mas é bem legal. Give Your Heart A Break é, como já disse, muito boa e meio que "ressuscita" a antiga Demi, mas de um modo meio diferente. Outra que faz a mesma coisa, e que, por acaso, uma das que eu mais amo é In Real Life, que tem um quê de Here We Go Again, meio amadurecido, que me viciou totalmente.

Tem também as músicas lentas, que eu deixei por último porque são as que eu mais, mais, mais, mais gosto (com uma grande ênfase no mais). Tem Fix a Heart, que fala de uma espécie de "dor de amor" que a Demi comparou com feridas, cortes, etc, o que foi meio uma sacada de mestra. Tipo, falar sobre os problemas dela, mas ao mesmo tempo, sem falar sobre os problemas dela. Uma apologia e tanto. Já em My Love is Like A Star, você a princípio acha que a música vai ser meio nada a ver (ainda mais pelo nome), mas acaba que o refrão é a coisa mais linda (tava vendo a tradução agora, e quase chorei). Tem também For The Love Of A Daughter, música que a Demi fez pro pai, com quem sempre teve um relacionamento difícil, ou quase inexistente. E essa, eu confesso, estou quase chorando aqui só de ouvir. Você consegue sentir a dor dela ao cantar a música, como se apenas se lembrar das feridas que ele fez nela fosse quase insuportável. E por fim, mas não menos importante (afinal, é a minha preferida do cd todo!), tem Lightweight. Não tem uma profundidade tão grande, fala basicamente sobre amor e sobre precisar de uma pessoa, quando aquele simples ser consegue te reerguer, ou te deixar em pedaços. Não muito original, mas os vocais da Demi nessa música são tão, mas TÃO lindos, que sim, isso a torna minha preferida.

Resumindo, Unbroken é aquele típico álbum pop. Tem uma quantidade certa de músicas dançantes, e também de baladinhas. Se você gosta desse tipo de música meio "clichê", vai amar. Ainda mais porque um clichê com a voz da Demi não fica assim tão, bom, normal (:

    Demi Lovato - Skyscraper

                                   Demi Lovato - Give Your Heart A Break 

Espero que tenham gostado, aguardo comentários (:
Beijos
Gabs

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

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Como já dito no post anterior, há um ano atrás, foi o show do Paramore em São Paulo e, para relembrarmos essa data, resolvi fazer outro post contando um pouco sobre meu amor por essa banda e sobre o show.

  Bom, em 2007, quando eu tinha apenas 10 anos, passei por várias mudanças em minha vida e, no meio disso, conheci uma banda que, mais tarde, marcaria muito minhas memórias (tô me sentindo meio fofa hoje, rs).
  Não vou mentir: a primeira vez que eu vi o Paramore foi no clipe de Misery Business e, olhando bem superficialmente (e só assistindo a uma parte do video) eu achei que era algo chato e idiota. Engano meu. Em um outro dia qualquer, resolvi parar e ver o clipe inteiro e quando chegou no fim, eu estava tipo "woooooooooow, eles são geniais, o clipe é foda, amei a música!". :P
  Naquela época, como minha internet era lenta e minha preguiça, muita, eu não me dava ao trabalho de procurar mais músicas e informações sobre os cantores(as) e bandas que eu gostava, então, meu conhecimento sobre a banda ficou por isso mesmo: gostava apenas das músicas que eu conhecia (Misery Business e Crushcrushcrush - que foi lançado não muito tempo depois). Até que eu ouvi e me apaixonei imediatamente por That's What You Get, desde a primeira vez que eu ouvi. (Essa música era e é tudo pra mim! Até hoje, continua sendo minha favorita)  <3
  Foi a partir daí que meu amor insano de fã fez com que eu comprasse todos os cds da banda, ouvisse todas as suas músicas e criasse um twitter (ainda nos primórdios, não como agora, que é modinha) para saber todas as informações, músicas e atualizações do Paramore e seus integrantes.


  Na primeira vez que o grupo veio ao Brasil, meus pais acharam que era um "amor passageiro" e não me deixaram ir ao show :( , mas ano passado eles se convenceram de que eu realmente sou muito fã de Paramore e me deixaram ir! :D
  Bem, logo no dia que eu soube que eles viriam, eu enlouqueci, saí gritando e pulando pela casa e já deixei pedido o meu ingresso (infelizmente, os ingressos da pista premium acabaram muito rápido, mas fiquei feliz de poder ir na pista - só de ir já era uma alegria). A ansiedade foi grande e, finalmente chegou o dia (até meu cachorro sentia minha ansiedade, porque ele não desgrudava de mim, me seguia pra onde eu fosse, rs).

Quando enfim cheguei no CredCard Hall, já havia uma fila enorme e vários vendedores ambulantes, que vendiam desde ingressos, camisetas, pôsters e bijuterias, até comida, bebida (dã né, não vamos passar fome), guarda-chuva e capas de chuva, porque sim, estava chovendo, haha.
Depois de várias horas de fila (e algumas amizades feitas), entrei no local quando a banda de abertura já tinha se apresentado (bom, não me queixo por isso, pois não sou uma fã de Fake Number) e até agora é simplesmente indescritível o momento em que o show de fato começou: todos gritando "Paramore, Paramore" e o som íncrivel de Ignorance abrindo a noite! *--*

  Claro que quando começou, as pessoas começaram a se empurrar e a pular (é um show) e eu, por ser baixinha, fiquei meio esmagada entre as pessoas. Mas quem liga? Eu estava vivenciando os melhores momentos da minha vida e me deixei levar pela multidão.


Pulei os pulos mais altos que já fui capaz, gritei, me esgoelei, cantei, chorei (já não sabia o que era suor e o que eram lágrimas de alegria), dancei (ah, a Hayley também dançou e pulou muito, rs), enfim, me diverti ao máximo!









Quando tocaram That's What You Get fui à lua e voltei, de tanta felicidade; quando tocaram My Heart (música que eles não tinham tocado em nenhum outro show anterior no Brasil - porque na primeira vez que eles vieram, a banda tocou essa música no Rio e não tocaram em SP) chorei muito, de emoção; quando tocaram In The Mourning (música nova), cantei a letra inteira (fiquei orgulhosa por isso - a música tinha sido lançado pouco tempo antes); quando tocaram Where The Lines Overlap, eu gritava o refrão "No one is as lucky as us" (porque éramos tão sortudos por estarmos lá, tão perto de nossos ídolos).. Enfim, já deu para entender o quão foi bom né?!


Sei que quando o show acabou, sai com a voz tão rouca que parecia de traveco, rs (sem preconceitos) e estava tão feliz! Até hoje não acredito que estive tão perto da Hayley, do Jeremy e do Taylor! Parece até que foi um sonho muito bom *-*

Então, nós brasileiros ficamos na torcida de que eles venham para cá esse ano ou, no mais tardar, ano que vem, certo?



Paramore

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  Hoje faz exatamente um ano que eu, e outras centenas de pessoas, fomos ao show do Paramore em São Paulo, no CredCard Hall. Portanto, não existe data melhor para eu falar um pouquinho sobre minha banda favorita. <3

Paramore é uma banda americana de rock alternativo (mas existem algumas pessoas que classificam como sendo outro tipo de gênero, o que não vem ao caso) formada em Franklin, Tenesse, em 2004.


  Tudo começou em 2002, quando Hayley Williams se mudou de Meridian, Mississipi (sua cidade natal) para Franklin, onde conheceu os irmãos Josh (guitarrista) e Zac (baterista) Farro, que já tinham planos para formar uma banda. Antes de formar o Paramore, entretanto, Hayley participou de uma banda chamada The Factory, onde conheceu o baixista Jeremy Davis. Então (de forma resumida) o desejo dos Farro logo veio a se tornar realidade: em 2004, a banda foi oficialmente formada por Hayley, Josh, Zac, Jeremy e Jason Bynum (um vizinho de Williams) e, juntos, escreveram uma primeira canção, "Conspirancy".

A partir daí, eles passaram a se apresentar em diversos locais, inclusive fora da área de Nashville e foi depois de uma pequena apresentação que o co-fundador da gravadora Fueled By Ramen (que escutara demos da banda e fora a um concerto para ouvi-los ao vivo) resolve assinar com o grupo em abril de 2005.


  No mesmo ano, a banda começa a gravar seu álbum de estréia All We Know Is Falling (lançado em 24 de julho de 2005, com músicas como "Pressure", "Emergency", "Conspirancy" e "My Heart"), mas pouco tempo depois Jeremy Davis (baixista) resolve deixar a banda por questões pessoais (o que levou algumas músicas do cd a serem dedicadas a esse episódio). Mas essa separação não durou por muito tempo, porque em menos de um ano, Davis voltou a fazer parte da banda. :D










Antes de gravar seu segundo álbum, o também guitarrista Hunter Lamb deixou a banda para se casar, deixando Josh como guitarrista solo, o que não duraria por muito tempo, já que Taylor York (que já havia participado de uma banda com os Farro) se juntou a banda.



 Foi então que, em 12 de junho de 2007, foi lançado o 2° álbum do Paramore: Riot! , um verdadeiro sucesso que deixou a banda famosa mundialmente, alcançando a 24° posição nas "paradas" do Reino Unido e vendendo cerca de 44.000,00 cópias na primeira semana nos EUA. São desse cd músicas como "Misery Business", "That's What You Get", "Crushcrushcrush" e "Hallelujah".



No meio tempo entre Riot! e Brand New Eyes, o terceiro álbum de estúdio da banda, Paramore fez uma turnê, com o nome "The Final Riot!", entre 25 de julho e 1 de setembro. Em um dos show dessa turnê (em Chicago), foi gravado um álbum ao vivo da banda, incluindo não só o cd, como também um dvd bônus com um concerto ao vivo, bastidores e um documentário (e sim, o nome do álbum é The Final Riot!). ;)
Ainda nesse espaço de tempo, Paramore também gravou duas músicas para a trilha sonora do primeiro filme da saga Crepúsculo ("Decode" e "I Caught Myself") e veio pela primeira vez ao Brasil.





  Apesar da banda parecer bem, ela estava passando por um momento de tensões e, como os próprios membros, mais tarde, declararam, eles estavam se distanciando cada vez mais, o que era notável nas primeiras reuniões do grupo para compor músicas para um novo álbum. Foi então que "Ignorance", uma das primeiras músicas escritas para o cd que viria, "consertou as coisas" e, em 29 de setembro, foi oficialmente lançado nos EUA o tal álbum, entitulado Brand New Eyes. E sim, BNE conseguiu dar ainda mais fama ao Paramore, com músicas muito boas e singles como (bom, o próprio "Ignorance") "Brick By Boring Brick", "The Only Exception", "Careful" e "Playing God".



 Em 26 de novembro de 2010, a banda confirmou uma nova passagem pelo Brasil para o ano seguinte em fevereiro de 2011 com shows em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Mas a alegria dos brasileiros (bem como a de todos os outros fãs ao redor do mundo) foi afetada pela má notícia, dada via uma mensagem de Hayley, Jeremy e Taylor, dia  18 de dezembro de 2010, de que os irmãos Josh e Zac iam sair da banda. Apesar dos integrantes que restaram terem aceitado a partida desejando que os Farro fossem felizes, não importa aonde, Josh publicou uma mensagem em seu blog pessoal dizendo que o problema era principalmente com Hayley Williams, desabafando muitas coisas (que não podemos saber se é verdade ou não, certo? Cada um conta do seu jeito), o que causou certa polêmica entre os fãs. De qualquer forma, Josh e Zac logo partiram para um novo projeto: a banda Novel American.



Mesmo com a saída dos Farro, Paramore não parou: pelo contrário, voltou com toda a força! Fizeram os shows na South American Tour (incluindo o Brasil -weee /o/), lançou o single de "Monster", música que fez parte da trilha sonora de Transformers: Dark of the Moon e que fez parte do Box Singles Club junto com outras canções como "Renegade", "Hello Cold World" e "In The Mourning", músicas tão boas que serviram para provar que a banda não estava indo a lugar algum, como a própria Hayley diria. *--*


Enfim, como já anunciado, agora aguardamos anciosamente o 4° álbum de estúdio do Paramore! (:

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Resenha - O Primeiro (e nem tão aguardado) EP de The Band Perry!

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You Lie, música que abre o cd, já nos dá um gostinho do que nos aguarda: Uma banda country muito boa (e desconhecida), com letras fofas e reais e um ritmo óbvio-porém-muito-bom. É assim que começa o primeiro EP da banda dos irmãos Kimberly, Neil e Reid Perry, que já ganhou um ACM Awards (maior prêmio da música country americana) como Novo Artista, mas que mesmo assim aposto que você nunca ouviu falar. Pois é, esse preconceito que os chamados "roqueiros" ou sei lá o que, brasileiros, tem com a música country, só porque é o similar americano de sertanejo. Crítica mais sem fundamento, pois embora seja SIM parecido, e tenha SIM letras dramáticazinhas, o nível das músicas ainda é infinitamente melhor. E as letras podem ser tristes, mas são definitivamente boas e reais, coisas que todos se identificam. Enfim, vocês que criticam música country deviam se dar ao trabalho de ouví-las primeiro. Mas voltando para o cd.
 Engana-se quem pensa que o cd irá ter só músicas de coração partido, pois na verdade a maioria é bem feliz, se assim pudermos dizer. Hip To My Heart, All Your Life e Walk Me Down The Middle são as típicas românticas ao extremo, se é que a frase "deixe o mundo inteiro saber que você pertence a mim" servir de dica. Já Postcard From Paris fala de quando você vê uma pessoa em um momento, e no outro já está apaixonada, mas você só consegue ver isso como uma coisa ruim, e se sente arruinada. Já Lasso, é sobre quando você está com alguém e, querendo ou não, se sente "pouco" para aquela pessoa. Digamos assim, você não quer segurá-lo, por mais que o ame. Pode ser clichê, sentimentalóide ou o que for, mas a música continua linda.
 Ah, mas não pense que o cd só tem músicas fofas sobre relacionamentos, porque ele também tem... Músicas fofas para fim de relacionamento! Entre elas, minha preferida foi Miss You Being Gone, que, com seu ritmo enganador, que começa meio rock e depois volta para o típico country, mais me parece uma crítica á Someone Like you, da Adele, pois fala sobre sentir saudades de uma pessoa estar longe, quando aquele ex-namorado mala vem te atormentar. Posso estar brisando legal, e já não sou a maior fã da Adele, esse sentido me pareceu bem plausível. You Lie também é muitíssimo boa, e Double Heart dá vontade de dançar em cima de uma mesa como qualquer música chiclete clássica que se preze. Já Quittin' You pode não agradar muito no refrão á princípio, mas você vai se render pela letra bonitinha, que chama o ex de um "mal hábito" do qual se deve desistir.
 Mas não é só de música de amor que essa banda vive. Em Independence, Kimberly canta sobre sair de casa, ir viver em um lugar diferente... enfim, abrir as asas e voar, por mais brega que isso possa ser. E, por fim, mas não menos importante (aliás, guardei o melhor pro final, pois essa é a minha preferida do cd todo) tem If I Die Young. Ela é incrivelmente simples, e incrivelmente fofa, daquelas que você não para de ouvir até decorar a letra, e - aí sim - ouve mais umas 20 vezes, cantando e gritando (coisa que ando percebendo em músicas country: Elas dão muita vontade de cantar junto, mais do que todos os outros estilos musicais que já ouvi). A letra fofa sobre morte - sim, morte! - dá uma vontade imensa de chorar. É como se ela estivesse olhando para sua vida toda, depois de morta, e pensando no que aconteceu, e no que ela quer que façam de seu corpo agora. Uma balada sombria e até meio melancólica, mas que não deixa uma só alma em seu estado normal depois de ouvir.
"Talvez então você ouça as palavras que cantei. Engraçado, quando se está morto, pessoas começam a ouvir" - If I Die Young
 

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